A Universidade Johns Hopkins, um dos principais centros de pesquisa científica do país, anunciou nesta quinta (13) que vai prescindir mais de 2.000 pessoas nos Estados Unidos e no exterior devido aos cortes da governo Donald Trump, principalmente em programas de ajuda internacional.
As demissões, as mais numerosas na história da instituição, atingem 247 pessoas que atuam em Baltimore e em um núcleo afiliado. Outras 1.975 serão feitas em 44 países. Elas afetam a Escola Bloomberg de Saúde Pública da universidade, sua escola de medicina e uma organização sem fins lucrativos afiliada, Jhpiego.
Quase metade da receita totalidade da instituição no ano pretérito teve uma vez que origem pesquisas financiadas pelo governo federalista, incluindo US$ 800 milhões da Filial dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional.
Johns Hopkins é uma das principais universidades receptoras de financiamento que se tornaram branco da governo Trump. E parece estar entre as mais afetadas das principais instituições de pesquisa que estão sofrendo com cortes —ou a prenúncio de cortes— no recurso federalista do qual dependem para estudos de pesquisa e funcionamento de laboratórios.
Em um transmitido nesta quinta-feira chamando-o de um “dia difícil”, a universidade disse estar “imensamente orgulhosa” de seu trabalho nos projetos, que incluíam esforços para “cuidar de mães e bebês, combater doenças, fornecer chuva potável limpa e continuar em inúmeros outros esforços para salvar vidas ao volta do mundo”.
Em outro transmitido, na semana passada, no qual descreveu a obediência de Johns Hopkins do financiamento federalista, o seu presidente, Ron Daniels, disse: “Somos, mais do que qualquer outra universidade americana, profundamente ligados ao pacto entre nosso setor e o governo federalista”.
Da receita operacional totalidade da escola em 2023, de US$ 3,8 bilhões, quase metade teve uma vez que manadeira pesquisas financiadas pelo governo federalista. Tapume de US$ 800 milhões saíram da Usaid, que está em processo de desmantelamento.
A governo Trump disse que quer tornar o governo mais seco e eficiente, entre outras medidas, cortando drasticamente o espeque financeiro para a Usaid, que promove a saúde pública e a segurança nutrir em países de baixa renda.
Ao ordenar cortes na sucursal, que representam uma redução de 90% em suas operações, Trump disse que ela era administrada por “lunáticos de extrema esquerda” e que estava repleta de “fraudes tremendas”.
Críticos da decisão, no entanto, disseram que os cortes estão inaugurando uma novidade era de isolacionismo que pode se mostrar perigosa.
O epidemiologista Sunil Solomon, da Johns Hopkins, afirmou que os cortes levariam a um ressurgimento na propagação do HIV, o vírus que justificação a Aids. “O que as verdadeiras grandes nações fazem é ajudar outras nações.”
A governo também buscou reduzir a quantidade de quantia que os Institutos Nacionais de Saúde enviam para universidades para pesquisa, cortes que foram bloqueados por enquanto nos tribunais.
Se entrarem em vigor, esses cortes reduziriam os pagamentos federais para a Johns Hopkins em mais de US$ 100 milhões por ano, de concordância com uma estudo de dados da universidade.
A universidade, que recebe tapume de US$ 1 bilhão por ano em financiamento do NIH e atualmente conduz 600 ensaios clínicos, é uma das autoras de uma ação judicial federalista que contesta os cortes.
Separadamente, a governo Trump também tem uma vez que branco escolas específicas para cortes. Reduziu US$ 400 milhões do orçamento da Universidade Columbia na semana passada com base em acusações de que não havia protegido os alunos e professores do antissemitismo.
Johns Hopkins e Columbia estão em uma lista de dez universidades que a governo diz estarem sendo examinadas por uma força-tarefa executiva de antissemitismo. O governo ameaçou reduzir o financiamento para instituições da lista e outras que considera não estarem em conformidade com as leis federais de direitos civis.
Além dos mais de 2.000 funcionários cujos empregos foram eliminados, a universidade disse que mais 78 nos EUA e 29 em outros países seriam colocados em licença com horários reduzidos.
Os cortes na Johns Hopkins envolvem programas financiados pela Usaid, por meio dos quais universidades americanas trabalharam com parceiros globais, principalmente para continuar a pesquisa em saúde pública e agrícola.
O secretário de Estado, Marco Rubio, disse nesta semana que 5.200 dos 6.200 contratos da sucursal foram cancelados e que os programas restantes seriam operados diretamente pelo Departamento de Estado, eliminando a premência da Usaid.
A redução no financiamento da sucursal resultou no termo de programas em vários departamentos da Johns Hopkins. Projetos de pesquisa que estão sendo eliminados incluem trabalhos internacionais sobre tuberculose, Aids e cancro cervical, muito uma vez que programas que beneficiam diretamente os residentes de Baltimore.
Solomon lidera um programa de seis anos de US$ 50 milhões na Índia. Ele disse que os cortes no orçamento de seu programa resultariam sozinhos em demissões de tapume de 600 pessoas nos Estados Unidos e na Índia. O programa levou, entre outras coisas, ao diagnóstico de quase 20 milénio pessoas com HIV por meio do rastreamento de contatos.
“É de trinchar o coração”, disse ele. “Parar o financiamento não vai matar você hoje, mas em seis meses você verá um impacto ao volta do mundo.”
Judd Walson lidera o departamento de saúde internacional da Johns Hopkins, que supervisionou um programa de cinco anos de US$ 200 milhões para diagnosticar e controlar a tuberculose em 20 países financiado pela Usaid.
Em Kampala, Uganda, ele disse que o programa era a única maneira de diagnosticar crianças. “Esse é somente um exemplo de uma vez que a retirada repentina de espeque está tendo impactos reais na sobrevivência.”
Além da perda de empregos na Johns Hopkins, ele disse que a perda dos programas levará a um aumento de doenças transmissíveis em todo o mundo.
As ações na Usair tiveram efeitos significativos em universidades de todo o país. Uma organização chamada Usaid StopWork, que está rastreando as demissões, disse que, no universal, 14 milénio trabalhadores nos EUA perderam seus empregos até agora, com milhares mais previstos.