Os valores astronômicos das emendas parlamentares são uma fastio ao povo brasílico. Mais grave ainda, as emendas não possuem projecto de trabalho nem transparência.
O futebol continua na Europa. O Manchester City mais uma vez perdeu. Jogou com os zagueiros na traço do meio campo e assim sofreu um gol, com a globo lançada nas costas dos defensores, na itinerário para o Aston Villa por 2×1. Mais uma vez, o City não pressionou para restabelecer rapidamente a globo nem teve comando do jogo, uma vez que era habitual. Mais uma vez, Guardiola coçou a careca durante todo o jogo, perdido, sem saber o que fazer.
As seguidas derrotas diminuem a crédito e cria-se um ciclo negativo que se perpetua por um tempo indeterminado. Outrossim, se existe tempo ruim dos jogadores, deve ter também a dos treinadores, que passam a ter condutas incorretas, mesmo sendo um deles o Guardiola. Noto que há um grande receio, constrangimento, em criticar o técnico do City. Ele é fabuloso, mas não é um Deus.
Não entendo porque Guardiola insiste tanto em escalar Grealish desde o início, pois mesmo nos melhores momentos da equipe, ele se limita a oscilar o corpo e tocar para o lado ou cruzar para a extensão. Raramente faz um gol ou constrói uma grande jogada de gol. O jovem Rico Lewis atua cada jogo em uma posição. É uma promessa, mas ainda não mostrou condições para ser titular.
O Barcelona, outro grande europeu, perdeu a partida e a liderança para o Atlético de Madrid. Assim uma vez que o City, o Barcelona atua com os zagueiros no meio campo e desta maneira saiu o gol da vitória do Atlético por 2×1, em seguida o lançamento de uma globo nas costas dos defensores.
Prefiro uma solução intermediária, com os zagueiros posicionados entre a traço do meio campo e a da grande extensão. Assim tem jogado o Flamengo sob o comando de Filipe Luís. No Brasil, quase todos os times jogam com os zagueiros colados à grande extensão mesmo quando o meio campo avança, deixando muitos espaços entre os dois setores.
O outro time de Manchester, o United, continua perdendo. O badalado treinador português Rubens Amorim, que tinha feito um grande trabalho no Sporting, tem danificado mais problemas do que soluções. No ultimo jogo, o técnico colocou o meia concentrado Bruno Fernandez. O craque do time, pela esquerda, com funções de marcar o lateral. No segundo tempo, escalou o jogador de volante. Não dá para entender.
Repito, embora haja vários jogadores da seleção brasileira com destaques em grandes times europeus, falta à nossa seleção jogadores de mais talento nas laterais e nas posições de centroavante e de volante. A minha conferência não é com os grandes craques do pretérito destas posições e sim com jogadores atuais das principais seleções. Quase todo o time titular da Argentina é destaque na Europa. O uruguaio Valverde é um dos grandes do Real Madrid, o jogador que falta ao meio campo do Brasil, pois marca, organiza e finaliza muito muito. O tempo passa e daqui um ano e meio teremos uma novidade Despensa. É preciso ter pressa de melhorar a seleção.
Uma vez que diz uma das belas músicas do filme “Fados”, dirigido por Carlos Saura, não é o tempo que passa. Nós é que passamos. Precisamos fazer com que esta passagem seja com leveza e prazer. Feliz Natal a todos.
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