A equipe do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, barrou nesta terça-feira (11) o aproximação da Associated Press a um evento com o presidente no Salão Oval da Lar Branca depois que a dependência de notícias se recusou a mudar seu manual de Redação para se referir ao golfo do México uma vez que golfo da América.
Segundo a AP, a Lar Branca disse que a dependência seria impedida de escoltar um evento de Trump caso a mudança não fosse feita. Mais tarde, um jornalista da empresa foi impedido de entrar no Salão Oval para revestir a assinatura de um decreto. A AP é uma das agências de notícias mais respeitadas do mundo, e seu manual de Redação é utilizado por uma série de veículos de língua inglesa.
Em nota, a dependência de notícias chamou a decisão de alarmante e disse que ela tem o objetivo de “punir a AP por seu jornalismo independente”. “Limitar nosso aproximação ao Salão Oval com base no teor de nossas reportagens não unicamente limita gravemente o aproximação da população a notícias independentes uma vez que também é uma clara violação da Primeira Emenda”, afirmou a empresa. A primeira emenda da Constituição americana regula a liberdade de sentença.
No último dia 23, a AP havia dito que não se referiria ao golfo do México uma vez que golfo da América, apesar do decreto de Trump que alterou o nome do acidente geográfico. Para justificar a decisão, a dependência afirmou que a medida do presidente americano “só tem domínio dentro dos EUA”. “O México, assim uma vez que outros países e órgãos internacionais, não reconheceram a mudança de nome.”
“O golfo do México tem esse nome há mais de 400 anos”, prosseguiu. “Uma vez que uma dependência de notícias global que entrega teor no mundo todo, a AP precisa se corrobar de que lugares geográficos sejam facilmente reconhecidos por todas as pessoas.”
Por outro lado, a dependência disse que obedecerá o decreto de Trump que alterou o nome do monte Denali, no Alasca, para monte McKinley —ele se chamava assim até 2015, quando o portanto presidente Barack Obama resolveu reconhecer o nome oferecido pelos indígenas da região à serra. Trump trouxe de volta o nome vetusto, e a AP disse que alteraria seu manual de Redação para refletir a mudança, uma vez que o acidente geográfico se encontra dentro dos EUA.
Entre as empresas que passaram a reconhecer o novo nome oferecido por Trump ao golfo do México está o Google, que alterou a nomenclatura no Google Maps. O presidente também proclamou o dia 9 de fevereiro como o “dia do golfo da América”.