Agentes federais dos Estados Unidos iniciaram uma operação de fiscalização de imigrantes em situação irregular em Chicago no domingo (26), uma vez que segmento da promessa do presidente Donald Trump de realizar uma deportação em volume no território americano. Os agentes prenderam segmento das pessoas em suas casas.
As ações do Serviço de Imigração e Controle de Alfândega dos EUA (ICE, na {sigla} em inglês) já resultaram em ao menos 956 prisões só no domingo. Entre as agências envolvidas na operação estão o FBI (a polícia federalista americana), a dependência antinarcóticos (DEA), o Escritório de Álcool, Tabaco, Armas de Queima e Explosivos (ATF), o escritório sítio da ICE e os Marshals (força federalista que acumula funções investigativas, penitenciárias e judiciais).
O Departamento de Justiça americano afirmou que seu procurador-geral anexo interino, Emil Bove, viajaria para Chicago com o intuito de supervisionar o esforço para mourejar com o que ele chamou de “emergência vernáculo”.
Segundo Bove, a operação faz segmento de uma série de medidas tomadas para “proteger a fronteira, parar essa invasão e tornar a América segura novamente”. O procurador ainda pediu publicamente às autoridades locais que colaborem com as medidas e alertou que pode ter consequências para aqueles que não o fizerem —o novo governo já prevê ações contra cidades e estados que dificultarem a emprego das medidas mais duras contra imigrantes.
O escritório do ICE não especificou quantas das 956 prisões de domingo foram efetuadas em Chicago e quais eram as situações dos imigrantes. As autoridades locais da cidade afirmaram não estar envolvidas nessa operação.
O ICE ainda afirmou que as agências foram acionadas “para empregar a lei de imigração dos EUA e preservar a segurança pública e a segurança vernáculo, mantendo estrangeiros criminosos potencialmente perigosos fora de nossas comunidades”.
No universal, as ações de fiscalização da imigração são de responsabilidade do Departamento de Segurança Interna —que supervisiona, inclusive, o ICE. O governo de Trump, no entanto, prometeu destinar forças do Departamento de Justiça para atuar nas operações devido a possíveis medidas mais agressivas.
Tom Homan, o “czar da fronteira” indicado por Trump, disse também no domingo que a operação em Chicago se concentrou em pessoas que representam ameaças à segurança pública com antecedentes criminais. Segundo ele, as prisões efetuadas incluem membros da gangue venezuelana Tren De Aragua, declarada terrorista pelos EUA, e indivíduos acusados de crimes sexuais.
Homan confirmou, no entanto, que agentes do ICE realizaram “prisões colaterais”, referindo-sea imigrantes que não eram meta da operação. Essas ações, que eram pouco comuns no governo de Joe Biden, foram criticadas por grupos de resguardo dos direitos humanos.
O czar da fronteira acrescentou outras operações acontecem e continuam pelo país. Segundo ele, outras agências apoiam o ICE nesses esforços e ajudam a aumentar o número de prisões que as autoridades podem fazer. “Estamos indo com tudo nisso, e mais recursos significam mais prisões”, afirmou, “o que significa mais criminosos fora das ruas”.