Reféns mantidos há tapume de 15 meses na Faixa de Gaza começaram a ser libertados neste domingo (19), tal qual previsto pelo cessar-fogo acordado entre Israel e o grupo terrorista Hamas que entrou em efeito mais cedo.
Imagens transmitidas pela TV mostraram três reféns israelenses chegando a uma rossio no meio da Cidade de Gaza, no setentrião do território, e sendo entregues à Cruz Vermelha. Romi Gonen, 24, Emily Damari, 28, e Doron Steinbrecher, 31, são vistas caminhando sem ajuda, cercadas por uma povo de membros do Hamas. O Tropa israelense confirmou que as três apresentam boa saúde.
O gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, confirmou quando as três foram entregues às suas forças. Em nota, afirmou que suas famílias já tinham sido informadas sobre a libertação e declarou que o governo “está comprometido em trazer todos os reféns e desaparecidos para morada”.
Segundo informações publicadas na prensa israelenses, o Tropa israelense tinha pedido anteriormente que as mães das três reféns fossem a um ponto de encontro em uma base militar próxima à fronteira com Gaza.
De lá, elas acompanhariam as filhas enquanto elas eram encaminhadas para um hospital. Helicópteros militares estavam de prontidão para levá-las para um check-up inicial.
As três eram as primeiras reféns a serem libertadas nesta tempo do cessar-fogo. Em troca de cada uma, 30 palestinos mantidos em prisões israelenses devem ser soltos.
O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, se manifestou sobre o convénio em sua rede social Truth Social. “Os reféns começam a trespassar hoje! Três jovens maravilhosas serão as primeiras”, disse.
Segundo os termos do cessar-fogo, o Hamas informaria à Cruz Vermelha um ponto de encontro dentro de Gaza e a organização iria até o lugar para encontrar os reféns e levá-las de volta a Israel.
A pausa nos enfrentamentos estava prevista para estrear às 8h30 no horário lugar (3h30 em Brasília), mas uma denúncia, por secção de Israel, de que o Hamas não tinha enviado a lista de reféns a serem soltos fez o horário atrasar, fazendo com que ela só tivesse início às 11h15 (6h15 de Brasília).
O Hamas afirmou que alguns dos nomes da relação estavam de indumentária errados, e disse estar investigando o incidente.
O grupo terrorista deve libertar 33 reféns israelenses, incluindo todas as mulheres, crianças e homens supra de 50 anos em sua posse, ao longo das próximas seis semanas, duração prevista para a primeira tempo do convénio.
Israel diz há, no totalidade, 98 reféns sendo mantidos em Gaza. Destes, 94 foram sequestrados no 7 de Outubro e 4 estão na filete desde 2014.
Em contrapartida, o governo de Israel pode soltar até 1.904 palestinos detidos em suas prisões, sendo que 737 deles foram acusados ou condenados por ameaças à segurança vernáculo israelense.
Caso esses números sejam obedecidos, a proporção de reféns para prisioneiros libertados nesta primeira lanço seria de 1 para 19. As cifras dependem do ritmo de reembolso dos reféns, porém, tanto nesta quanto nas próximas etapas.
O entendimento, mediado por Egito, Qatar e Estados Unidos, suspende uma guerra iniciada posteriormente um mega-ataque do grupo terrorista contra Israel em 7 outubro de 2023 matar tapume de 1.200 pessoas —outras 250 foram sequestradas e levadas para Gaza.
A ofensiva militar de Israel, por sua vez, resultou na morte de quase 47 milénio pessoas em Gaza segundo autoridades ligadas ao Hamas, além de ter forçado o deslocamento da maioria da população do território palestino.