Defesa dos EUA se prepara para mudanças sob Trump – 17/01/2025 – Mercado

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Executivos da indústria de resguardo americana estão se preparando para um retorno de Donald Trump à Mansão Branca que pode ser mais disruptivo do que seu primeiro procuração, quando ele demonstrou disposição para elanguescer o status quo e interveio pessoalmente em decisões de licitação.

Sua insistência em 2018 em um contrato de plebeu dispêndio para dois novos aviões Air Force One deixou a Boeing, fornecedora de longa data da avião presidencial, com grandes perdas.

Desta vez, executivos da indústria e investidores temem que o governo Trump perturbe a jerarquia estabelecida da resguardo ao conceder contratos lucrativos a novos participantes.

Desde a vitória eleitoral de Trump em novembro, as ações da maioria dos grandes grupos de resguardo dos EUA tiveram um desempenho subordinado ao do índice S&P 500, em meio a incertezas sobre o que um segundo procuração suplente para os gastos com resguardo e programas de armamentos.

O surgimento de grupos de tecnologia de resguardo uma vez que a Palantir, cofundada pelo bilionário da tecnologia Peter Thiel, e a trabalhador de drones Anduril, que já estão agressivamente disputando uma grande fatia do orçamento de resguardo de US$ 850 bilhões, também deixou investidores de fornecedores tradicionais apreensivos.

“Acho que há definitivamente um interesse no novo governo em encorajar novos participantes no espaço de resguardo”, disse Stacie Pettyjohn, diretora do programa de resguardo do think-tank Center for a New American Security.

Durante sua sabatina na terça-feira (14), Pete Hegseth, escolhido por Trump para o Departamento de Resguardo, enfatizou a urgência de aligeirar o desenvolvimento de armas por meio da competição e inovação.

Ele criticou o Pentágono por se tornar “muito isolar”, tentando “bloquear novas tecnologias”, enquanto elogiava o Vale do Silício, que “pela primeira vez em gerações, mostrou disposição, libido e capacidade de trazer suas melhores tecnologias para o Pentágono”.

Uma incógnita suplementar é o impacto que a guerra contra o desperdício do Departamento de Eficiência Governamental terá sobre o Departamento de Resguardo e uma vez que as aquisições podem mudar.

“Para a indústria e investidores, pode ser muito desestabilizador —ninguém tem uma globo de cristal clara sobre o que vai sobrevir em termos de gastos com resguardo dos EUA e uma vez que o setor pode mudar”, disse Byron Callan, diretor do grupo de pesquisa Capital Alpha Partners.

Apesar da imprevisibilidade de Trump, especialistas da indústria disseram que veem várias batalhas se desenrolando que moldarão a resguardo dos EUA —e, por extensão, a europeia— neste ano.

Cortes em alguns dos grandes programas de armamentos são possíveis —principalmente se o Pentágono buscar liberar gastos para novos tipos de tecnologia de resguardo focados em lucidez sintético ou software.

O F-35 da Lockheed Martin —o maior programa de resguardo do mundo— é visto uma vez que o maior cândido posteriormente a sátira de Elon Musk à avião furtiva no ano pretérito em postagens nas redes sociais. Ele representa mais de 25% das receitas da Lockheed.

A guerra na Ucrânia acelerou o desenvolvimento de drones e outros sistemas não tripulados, todos os quais jogam com as forças de empresas uma vez que Palantir e Anduril.

Essa última, junto com a General Atomics, foi selecionada no ano pretérito pela Força Aérea dos EUA para erigir e testar protótipos de drones para a próxima período do programa de aeronaves de combate colaborativas do serviço, que procura erigir uma frota de veículos aéreos não tripulados.

As empresas foram escolhidas em detrimento da Lockheed, Boeing e Northrop em um momento considerado seminal para a indústria.

Mesmo antes da guerra na Ucrânia, o Pentágono vinha trabalhando para variar sua base industrial. Há dois anos, estabeleceu um Escritório de Capital Estratégico, que disponibiliza capital privado para empresas com inovações tecnológicas que podem ser usadas para a segurança pátrio.

Espera-se que tais esforços acelerem sob Trump. Seu indicado para o segundo função mais importante no Pentágono, o bilionário investidor Stephen Feinberg, “vem da comunidade de Wall Street, portanto entende os [grupos de tecnologia de defesa apoiados por capital de risco] e uma vez que eles operam. Isso deve ajudar a facilitar a introdução de novas capacidades de novos participantes”, disse Cynthia Cook, que lidera o Defense-Industrial Initiatives Group no Center for Strategic and International Studies, um think-tank dos EUA.

Outras conexões ligam as escolhas de gabinete de Trump e bilionários da tecnologia. O vice-presidente JD Vance tem laços estreitos com Thiel da Palantir.

Alguns dos grandes grupos de resguardo concordaram em colaborações com os novos contratantes de tecnologia, mas, dadas as ambições destes últimos, essas relações podem muito se transformar em competição em grande graduação.

Em outubro pretérito, a Palantir publicou um “tratado”, intitulado “The Defense Reformation” [“A Reforma da Defesa”], sobre a reformulação das aquisições do Pentágono, provocando a ira de muitos veteranos da indústria.

Executivos de alguns dos grandes fornecedores disseram pouco publicamente sobre as aspirações dos grupos de tecnologia.

Chris Kubasik, presidente e CEO da L3Harris Technologies —que concordou com uma parceria estratégica com a Palantir no ano pretérito— escreveu na quarta-feira (15) para Musk e outros líderes sobre a novidade iniciativa de eficiência com suas propostas de reformas para modernizar o ecossistema de resguardo dos EUA.

Kubasik diz na epístola que os sistemas de obtenção dos EUA são “lentos e burocráticos” e não fornecem “aos nossos combatentes novas capacidades na velocidade relevante para as ameaças que estão enfrentando”.

As reformas de Kubasik incluem facilitar os padrões de relatórios e contabilidade para contratantes de resguardo e estabelecer um “braço médio de contratação” dentro do escritório do secretário de Resguardo para gerenciar programas de obtenção conjunta.

Muito do que acontece com o orçamento de resguardo dependerá do Congresso, controlado pelos republicanos. Mas alguns republicanos no Congresso ainda são agressivos em relação aos gastos com resguardo, sem mencionar os legisladores com manufatura de resguardo tradicional em seus distritos que não gostariam de colocar empregos e economias regionais em risco.

Com o orçamento dos EUA esperado para ser restrito no limitado prazo, as aquisições “dependerão das decisões tomadas pela governo sobre uma vez que esses dólares são alocados”, disse Sheila Kahyaoglu, comentador da Jefferies. Isso afetará o prolongamento que os contratantes veem e os investimentos que são feitos nos mercados públicos e privados, acrescentou.

A resposta da Europa à novidade governo de Trump também está sendo observada de perto. As exportações de resguardo dos EUA para a Europa podem estar em risco, à medida que os governos se concentram em fortalecer sua base industrial doméstica.

Oliver Dorre, CEO da trabalhador alemã de radares e sensores Hensoldt, disse ao Financial Times no mês pretérito que a Europa deveria emular os EUA ao pressionar por mais aquisições locais. Outros, no entanto, acreditam que os governos —e o setor— manterão sua submissão dos participantes dos EUA.

Apesar do estrondo, alertam os analistas, drones e sistemas autônomos hoje não substituem jatos de combate, submarinos ou navios. Pettyjohn questionou a sabedoria de se distanciar de programas estabelecidos. Um distanciamento de armas uma vez que o F-35 não seria “viável nem inteligente”, acrescentou.

Robert Stallard, da Vertical Research Partners, também minimizou o impacto potencial dos novos participantes da tecnologia: “Simplesmente não consigo ver o tropa dos EUA assumindo o risco de dar grandes programas a essas startups sem muito mais tempo e experiência em seu currículo.

“Dissemelhante da tecnologia ou qualquer outra coisa, o tropa não pode assumir níveis inaceitavelmente altos de risco”, observou, acrescentando: “Elon pode explodir um foguete ou dois, mas se o tropa dos EUA perder uma guerra, é terminal.”



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