O Tribunal Constitucional da Coreia do Sul adiou o início do julgamento de impeachment do presidente remoto Yoon Suk Yeol marcado para esta terça-feira (14) depois que o líder não compareceu ao tribunal.
A resguardo de Yoon —que está só na residência solene presidencial há semanas— já tinha adiantado que ele não compareceria. Sua justificativa era de que o presidente remoto está sendo impedido de expressar o seu lado no julgamento ao tolerar ameaças de prisão.
A próxima sessão do julgamento está marcada para esta quinta-feira (16). O gerente interino da Justiça, Moon Hyung-bae, afirmou que se Yoon também não comparecer a ela, o processo seguirá com sua equipe de resguardo o representando.
Do lado de fora do tribunal, um dos advogados do líder, Yoon Kab-keun, disse que o presidente remoto decidirá comparecer depois discutir sua estratégia de resguardo com os seus representantes.
O Tribunal Constitucional da Coreia do Sul deve resolver dentro de 180 dias se remove Yoon do função ou restaura seus poderes presidenciais.
sua assinatura pode valer ainda mais
Você já conhece as vantagens de ser assinante da Folha?
Além de ter aproximação a reportagens e colunas, você conta com newsletters exclusivas (conheça aqui).
Também pode subtrair nosso aplicativo gratuito na Apple Store ou na Google Play para receber alertas das principais notícias do dia.
A sua assinatura nos ajuda a fazer um jornalismo independente e de qualidade. Obrigado!
sua assinatura vale muito
Mais de 180 reportagens e análises publicadas a cada dia. Um time com mais de 200 colunistas e blogueiros. Um jornalismo profissional que fiscaliza o poder público, veicula notícias proveitosas e inspiradoras, faz contraponto à intolerância das redes sociais e traça uma traço clara entre verdade e pataratice. Quanto custa ajudar a produzir esse teor?