Escolha de novo premiê do Líbano irrita o Hezbollah – 13/01/2025 – Mundo

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O novo presidente do Líbano, Joseph Aoun, deverá nomear o presidente do Tribunal Internacional de Justiça, Nawaf Salam, uma vez que primeiro-ministro posteriormente ele ser indicado pela maioria dos parlamentares nesta segunda-feira (13). A decisão irritou o Hezbollah, que acusou seus adversários no Congresso de excluir representantes do grupo xiita das decisões do país.

A escolha de Salam ressalta uma mudança no estabilidade de poder entre as facções do Líbano desde que o grupo extremista, bravo pelo Irã, foi duramente atingido na guerra contra Israel, iniciada no ano pretérito.

O presidente disse que Salam, atualmente fora do país e com retorno previsto para terça (14), obteve o espeque de 84 dos 128 parlamentares. Aoun, logo, convocou-o para formar o governo.

Salam obteve espeque de facções cristãs e drusas, além de deputados muçulmanos sunitas, incluindo oponentes do Hezbollah que há muito exigem que a partido abandone seu poderoso arsenal, sob o argumento de que isso minou o Estado libanês.

Mas os parlamentares do Hezbollah e de seu coligado, o Movimento Amal, que ocupam todos os assentos reservados para xiitas no Parlamento, não indicaram ninguém ao incumbência, mostrando que atualmente não pretendem participar do governo e levantando a perspectiva de uma partilha sectária caso permaneçam fora.

O deputado sênior do Hezbollah, Mohammed Raad, dos quais grupo bravo pelo Irã queria que o primeiro-ministro-interino, Najib Mikati, permanecesse no incumbência, disse que seus oponentes no Congresso estavam trabalhando pela “fragmentação e exclusão”. Ele disse que o grupo “estendeu a mão” ao escolher Joseph Aoun uma vez que presidente na semana passada unicamente para ver posteriormente a “mão cortada”.

“Qualquer governo em desacordo com a convívio não tem absolutamente nenhuma legitimidade”, disse Raad. O grupo agirá com calma e sabedoria “em prol do interesse pátrio”, acrescentou.

A eleição na semana passada do comandante do Tropa, o general Aoun, que contou com o espeque dos Estados Unidos e da Arábia Saudita, foi outro sinal de mudanças no cenário político, no qual o Hezbollah detinha há muito tempo um papel decisivo.

Isso marcou um renascimento da influência saudita em um país onde ela havia sido eclipsada pelo Irã e pelo Hezbollah há anos.

Em exposição à Câmara do país ao ser eleito presidente, Aoun prometeu trabalhar para prometer que o Estado libanês tenha o recta individual de portar armas, numa mensagem direcionada também ao Hezbollah. Ele recebeu aplausos entusiasmados, enquanto os parlamentares do grupo islâmico, que também é um partido político, ficaram imóveis.

A eleição de Aoun e a designação de um novo primeiro-ministro são passos em direção à revitalização das instituições governamentais libanesas, que estão paralisadas há mais de dois anos, sem ter um superintendente de Estado nem um gabinete plenamente empoderado.

Faisal Karami, um deputado sunita desempenado com o grupo, disse que havia indicado Salam, citando demandas por “mudança e renovação” e promessas de espeque sarraceno e internacional ao Líbano.

O deputado cristão Gebran Bassil afirmou que Salam era o “rosto da reforma”. “A esperança está na mudança”, disse ele.

A novidade governo enfrenta enormes desafios, incluindo reconstruir áreas devastadas por ataques aéreos israelenses durante a guerra com o Hezbollah, e lançar reformas há muito paralisadas para revitalizar a economia e abordar as causas fundamentais do colapso do sistema financeiro do Líbano em 2019.

Aoun disse que espera uma formação de governo suave e rápida.



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