Trump: Canadá deve se fundir aos EUA após saída de premiê – 06/01/2025 – Mundo

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O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a expressar, nesta segunda-feira (6), que o Canadá deve se juntar ao seu país. A enunciação foi feita pela rede social posteriormente Justin Trudeau, premiê canadense, anunciar que deixará o cargo em meio à crise política de seu governo, e no dia em que Trump recebeu a certificação de sua vitória pelo Congresso.

“Se o Canadá se fundisse com os Estados Unidos, não haveria tarifas, os impostos diminuiriam e eles teriam totalidade segurança contra as ameaças dos navios russos e chineses que os cercam continuamente”, afirmou Trump. “Que grande país seríamos juntos”, acrescentou.

A teoria já foi levantada pelo republicano algumas vezes. Há pouco mais de duas semanas, já em um contexto politicamente instável do país vizinho, Trump sugeriu que grande parte da população canadense apoiaria a transformação de seu país em um estado americano. “Acho que é uma ótima teoria. Estado 51!!!”, escreveu.

À era, uma pesquisa realizada pelo Instituto Leger apontou que somente 13% dos cidadãos canadenses diziam gostar da teoria. Trump mencionou pela primeira vez o “estado 51” durante um jantar com Trudeau no fim de novembro.

As falas do republicano se dão também em meio a sua ameaça de impor tarifas de 25% sobre as exportações canadenses para os EUA, tema principal do encontro entre os líderes. Em seguida o jantar, Trump repetidamente se refere a Trudeau uma vez que governador.

Em paralelo às declarações sobre o Canadá, o próximo presidente americano também expressa seu desejo sobre a Groenlândia. Segundo ele, é de “absoluta urgência” para os EUA tomar o controle do território. Em 2019, durante seu primeiro procuração, Trump quis comprar a ilhota, que é uma região autônoma da Dinamarca.

Nesse contexto —e posteriormente o irmão Eric Trump fazer postagens de humor com o pai comprando o Canadá, a Groenlândia e o Meato do Panamá na Amazon— Donald Trump Jr., o fruto mais velho do próximo presidente, deve visitar o território dinamarquês nesta terça-feira (7).

As declarações do republicano não têm sido muito recebidas por políticos canadenses, que classificam a situação de humilhante e ameaçadora. O país está mergulhado em uma crise política desde a repúdio repentina, em dezembro, da vice-primeira-ministra Chrystia Freeland, devido a divergências com Trudeau justamente sobre uma vez que mourejar com a guerra econômica iminente com os EUA. Nesta segunda, foi a vez de o premiê anunciar sua saída.

A intenção do presidente americano eleito de aumentar para 25% as taxas sobre as importações mexicanas e canadenses abalou o Canadá, que exporta 75% de seus produtos para o mercado americano. Em termos de empregos, quase 2 milhões de pessoas no país dependem das exportações, em uma população de muro de 41 milhões.



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