Governo de SP contrata reforma do estádio do Ibirapuera – 18/12/2024 – Esporte

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O governo de São Paulo assinou na segunda-feira (16) o contrato de reforma do estádio Ícaro de Castro Mello, principal palco do atletismo no estado e secção do multíplice esportivo do Ibirapuera.

O valor contratado junto ao Consórcio Estádio Olímpico Ibirapuera é R$ 63,7 milhões, definido por licitação, mas o dispêndio totalidade da obra para o Estado será R$ 70 milhões, incluindo os valores do projeto e do séquito da obra.

O quantia virá da Secretaria de Esportes, porém a obra está sob responsabilidade da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional Urbano), que foi quem assinou contrato com o consórcio.

Porquê mostrou a Folha, o grupo é encabeçado pela baiana OCC Construções, empresa que recentemente participou da reforma do Mangueirão, em Belém, outro estádio ícone do atletismo brasílio.

Também participam do consórcio a Saeid Engenharia, a Playpiso, especializada em pisos esportivos e que deverá fornecer a pista de corrida, e a Kango Brasil, uma das líderes do mercado de assentos para ginásios e estádios.

O contrato tem vigência de 19 meses, mas a obra só pode inaugurar depois de aval do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Vernáculo (Iphan), que em novembro aprovou o tombamento definitivo de todo o Complexo Esportivo Constâncio Vaz Guimarães, que inclui Ícaro de Castro Mello – que, na licitação da obra, é chamado de forma incomum de “estádio olímpico”.

Qualquer mediação arquitetônica no Ícaro, no Ginásio Esportivo Geraldo José de Almeida, divulgado uma vez que “ginásio do Ibirapuera”, no Conjunto Aquático Caio Pompeu Toledo, do arquiteto Nestor Lindenberg, no Ginásio Poliesportivo Mauro Pinho, incluso ao estádio, precisam ser aprovados pelo Iphan.

O projeto de reforma do estádio, porém, não prevê alterações arquitetônicas significativas, mas melhorias estruturais. Prevê também um novo sistema de iluminação, 11 milénio assentos e uma pista de corrida com nove raias e que atenda as exigências para a certificação máxima da World Athletics.

A reforma do sítio pode se tornar um ativo, porém, na disputa que São Paulo trava com o a dobradinha Rio de Janeiro/Niterói pelo posto de candidatura do Brasil aos Jogos Pan-Americanos de 2031. A capital paulista foi a primeira a se apresentar, por movimentação da prefeitura, enquanto Rio e Niterói lançaram candidatura levante mês. A decisão será a câmara do Comitê Olímpico do Brasil (COB), que deve deliberar sobre em janeiro.

Na semana passada, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) anunciou o início de processo para a construção de um velódromo no Núcleo de Treinamento Paralímpico Brasiliano, equipamento que hoje a cidade de São Paulo não tem — o próprio estádio Ícaro de Castro Mello no pretérito teve uma pista para a prática de ciclismo, que não tem as medidas oficiais.

A obra também está ligada à CDHU, contratada pela Secretaria Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência para elaborar os projetos indispensável e executivo, por R$ 4 milhões.



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