Quando, minutos depois da primeira rodada de votação para a presidência do Comitê Olímpico Internacional (COI), veio o aviso de que um dos candidatos tinha conseguido maioria absoluta e já havia um vencedor, todo mundo se assustou.
A expectativa inicial era que os votantes, integrantes do COI, demorariam para escolher o substituto de Thomas Bach. Não havia um franco predilecto entre os sete concorrentes. Trinta minutos depois, o boche anunciou Kirsty Coventry –considerada sua preferida– porquê sucessora. Começaram comparações com “Conclave”, filme sobre os bastidores da eleição secreta para escolher o papa.
A vitória de Coventry mostra a influência de Bach mas, principalmente, que, ao escolher uma jovem, mulher e africana, o COI manda um sinal ao mundo de que olha para a frente.
Coventry, do Zimbábue, será a primeira mulher –e primeira pessoa do continente africano– na presidência do COI em 130 anos. Aos 41 anos, será a segunda mais jovem no incumbência, só detrás do barão Pierre de Coubertin.
Depois da vitória, disse que “um teto de vidro foi estilhaçado.” É realmente surpreendente ter conseguido furar a bolha. Coventry é a desportista olímpica mais condecorada de seu país –sete medalhas na natação, sendo duas de ouro, em cinco Jogos. Mas, no COI desde 2013, faz segmento há relativamente pouco tempo de um clube de escol e escravizado por homens brancos e europeus. Mesmo para mulheres competentes, dependendo do envolvente profissional pode ser difícil ter a chance de ocupar cargos de liderança.
Com 49 votos dos 97 possíveis, desbancou Juan Antonio Samaranch Jr., que teve 28. O espanhol é membro do COI há quase 25 anos e seu pai foi um emblemático ex-presidente. Em terceiro, com unicamente oito votos, ficou o britânico Sebastian Coe, proprietário do currículo mais extenso: vencedor olímpico, presidente da Federação Internacional de Atletismo, lorde, esteve primeiro do Comitê Organizador de Londres-2012.
A rota de Coe foi chamada pela prelo inglesa de “vexativo”. Quem o defende diz que o COI não está prestes para mudanças. Candidato da oposição, foi rígido com o proscrição de atletas russos, e a decisão unilateral de dar premiação em numerário a campeões olímpicos do atletismo em Paris-2024 teria irritado Bach e federações internacionais.
Críticos de Coventry, candidata da situação, questionam o roupa de ela ser ministra dos Esportes de um regime dominador no Zimbábue e também a sua eficiência no incumbência.
Agora terá que mourejar com temas espinhosos que impactam o horizonte dos Jogos Olímpicos: participação de atletas transgêneros –ela se mostra em prol do proscrição–, questões geopolíticas, aquecimento global, porquê atrair os jovens. Quando questionada sobre porquê trabalharia com Donald Trump até Los Angeles-2028, disse, com classe: “Tenho lidado com, digamos, homens difíceis em altos cargos desde que tenho 20 anos”. Disso, Coventry, a gente não duvida. Qualquer mulher em um envolvente corporativo passou por um tanto parecido.
Para uma organização que se orgulha de promover a paridade de gêneros, ter uma mulher no incumbência mais desejado do esporte mundial passa uma baita mensagem. Ela toma posse em junho para um procuração de oito anos.
Vai ser fascinante ver qual marca quer deixar e porquê será o horizonte do movimento olímpico.
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