Saiba o que aconteceu na 1ª reunião de gabinete de Trump – 26/02/2025 – Mundo

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teve sua primeira reunião de gabinete deste procuração nesta quarta-feira (26), na Moradia Branca. O momento, que contou com a presença do bilionário Elon Musk —coligado próximo do republicano—, marca um alinhamento universal de questões cruciais ao posicionamento americano tanto no contexto vernáculo quanto no extrínseco.

Entre as guerras do Oriente Médio e da Ucrânia, além de temáticas domésticas porquê o novo gold card, a dívida do país e os novos limites impostos à imprensa, a reunião refletiu o tom que o republicano tem oferecido a seu governo.

Veja inferior os principais tópicos deste momento.

Guerra no Oriente Médio

Ao se referir à guerra no Oriente Médio, o republicano afirmou que a decisão sobre porquê prosseguir com o cessar-fogo em Gaza deve ser tomada por Israel. No tecido de fundo dessa fala, além da instabilidade da primeira período do cessar-fogo, está a proposta de Trump —endossada por Israel— de assumir o controle do território palestino e reconstruí-lo porquê a “Riviera do Oriente Médio” e, com isso, trasladar milhões de cidadãos locais.

Em contrapartida, Estados árabes avaliam um plano pós-guerra para combater a teoria do republicano. A proposta dos países da região, de responsabilidade principalmente egípcia, pode incluir até US$ 20 bilhões em financiamento ao longo de três anos.

Guerra da Ucrânia

Durante o encontro, Trump ainda afirmou que o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, deve ir a Washington na sexta-feira (28) para assinar um acordo de minerais, mas sugeriu que os Estados Unidos não darão garantias de segurança de longo prazo, porquê espera o ucraniano.

O convénio, segundo o qual Kiev entregaria secção da receita de seus recursos minerais a um fundo controlado em conjunto pelos EUA, é principal para as tentativas ucranianas de obter forte apoio de Trump enquanto ele procura um término rápido para a guerra da Rússia —mormente em um contexto em que as negociações entre EUA e Rússia, que até agora excluíram Kiev, estão programadas para continuar na quinta-feira.

Kiev procura garantias de segurança dos EUA porquê secção do convénio, apresentado por Trump porquê um pagamento pela ajuda dos EUA à Ucrânia durante a guerra. “Não vou dar garantias de segurança… Vamos deixar a Europa fazer isso“, disse Trump.

Ainda nas relações internacionais, Trump se recusou a comentar uma pergunta sobre se os EUA permitiriam que a China assumisse o controle de Taiwan pela força. “Eu nunca comento isso”, disse. “Eu nunca quero me colocar nessa posição.”

O republicano afirmou que pretende ter boas relações com a China, incluindo investimentos transfronteiriços, apesar da imposição de tarifas sobre produtos do país. Pequim nunca negou a possibilidade do uso da força para colocar Taiwan sob seu controle. Taiwan, por outro lado, opõe-se fortemente às reivindicações de soberania da China.

Os EUA há muito tempo dizem que não apoiam uma declaração formal de independência de Taiwan. No entanto, mantém relações não oficiais com a ilhéu autônoma e continua sendo seu principal patrocinador e fornecedor de armas, sob uma lei que exige que Washington forneça a Taiwan meios de se tutelar.

O governo americano tradicionalmente segue uma política de anfibologia estratégica, sem deixar simples se responderiam militarmente a um possível ataque a Taiwan. O predecessor de Trump, Joe Biden, adotou uma abordagem dissemelhante durante seu procuração, no entanto, ao expor que as forças dos EUA defenderiam Taiwan caso a China atacasse o território.

Gold card

O presidente americano ainda retomou a teoria do gold card, que seu governo anunciou nesta terça. Segundo ele, a proposta —em que a permissão de residência americana pode ser comprada por US$ 5 milhões (muro de R$ 29 milhões)— ajudaria o país a pagar sua dívida, ao mesmo tempo em que ofereceria às principais empresas uma maneira de atrair os melhores trabalhadores imigrantes. Trump afirmou que a venda deve principiar em muro de duas semanas.

O “Trump gold card” (cartão ouro de Trump) seria uma espécie de green card, a permissão para residência permanente nos EUA, e substituiria o chamado visto para investidores, que permite morar nos EUA ao investir pelo menos US$ 1 milhão (R$ 5,8 milhões) em uma empresa que tenha ao menos dez funcionários.

Prensa cerceada

A primeira reunião de gabinete ainda marcou uma nova posição do governo americano em relação à cobertura de veículos de prelo. A Moradia Branca negou o chegada de repórteres da Reuters, do HuffPost e do jornal boche Der Tagesspiegel, além de um fotógrafo da Associated Press, em um gesto de conformidade com a novidade política.

Nesta terça (25), o governo anunciou que determinaria quais veículos de informação cobririam o presidente em espaços menores, porquê é o caso da reunião. A Associação de Correspondentes da Moradia Branca (WHCA) tradicionalmente coordena a rotação do grupo de prelo presidencial.

A secretária de Prensa da Moradia Branca, Karoline Leavitt, disse que, embora as organizações de mídia tradicionais ainda tenham permissão para tapar Trump no dia a dia, o governo planeja mudar quem participa nas ocasiões mais restritas. O sistema de pool, governado pela WHCA, permitia que jornalistas selecionados de televisão, rádio, sucursal, prelo e fotojornalistas cobrissem eventos e compartilhassem suas reportagens com a mídia externa.

Nesta quarta, equipes de TV da ABC e Newsmax, juntamente com correspondentes da Axios, Blaze, Bloomberg News e NPR foram autorizados a tapar o evento.



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