São Paulo
A combate entre Luana Piovani, 48, e Neymar Jr., 33, ganhou um novo capítulo nesta semana. Depois de se recusar a publicar um pedido de desculpas a Neymar por chamá-lo de termos como “mau caráter”, “péssimo pai” e “escroto” para evitar uma disputa judicial, a atriz fez mofa, neste sábado (22), com o processo cândido pelo jogador na Justiça.
Piovani publicou uma charge em seu perfil no Instagram em que uma mulher conversa com o rebento. “Mãe, eu sou gay”, diz a moço. “Nossa, que refrigério, rebento. Eu pensei que você ia expor que era fã do Neymar”, responde a mãe. Na legenda da publicação, a atriz escreveu: “Brasil, acorda caralh*! Sem mais”.
Luana Piovani teve uma chance de se livrar de disputa judicial com um pedido de desculpas em suas redes sociais. Agora, o jogador pede uma indenização de R$ 50 milénio pelos xingamentos que recebeu.
No dia 5 de fevereiro, foi realizada uma audiência de conciliação online para tratar do tema. A atriz e o jogador foram representados por seus advogados.
De concordância com o UOL, a ata da audiência aponta que a resguardo de Neymar sugeriu a extinção da queixa-crime mediante uma retratação pública de Piovani. Os advogados do jogador teriam apresentado o texto que ela deveria publicar, mas seus representantes negaram a proposta e não ofereceram opções para interromper o processo de forma amigável.
Com isso, o Tribunal de Justiça de São Paulo acolheu a solicitação do jogador para terebrar uma queixa-crime contra Piovani. Ela vai responder por injúria e maledicência. O magistrado teria oferecido a oportunidade de Luana se tutorar contra as acusações, mas até a publicação deste texto a resguardo da atriz não havia manifestado.
Confira a nota de retratação sugerida:
“Nos dias 28 de maio, 30 de maio e 1º de junho de 2024, eu publiquei conteúdos neste meu perfil do Instagram ofendendo a honra de Neymar Jr., sua quesito de pessoa, de varão, de pai e de companheiro. Eu não conheço a intimidade dele e, por isso, não posso expor zero sobre a sua reputação, distinção e decoro. Eu também desconheço os projetos desenvolvidos pelas empresas parceiras de Neymar Jr. e não possuo conhecimento técnico suficiente para associa-los à PEC nº 3/2022. Eu errei e peço desculpa pelo meu erro.”