Pode levar crianças para trilha e montanha? – 19/02/2025 – É Logo Ali

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Só os mais velhos vão lembrar de um adesivo que alguns pais colavam nos carros, que dizia: “Quer saber a vida selvagem? Tenha filhos”. Estamos falando cá da pré-historia anterior às redes sociais, evidente. Mas quem já teve que improvisar malabares para tentar entreter as crias nas férias dentro de um apartamento vai entender. Ou talvez nem tanto, já que esses serzinhos andam preferindo permanecer grudados em uma tela a trespassar por aí batendo perna. Mas vamos falar daquela hora em que resolvemos arrancar as pessoinhas do sofá e levar para o mato, talvez até a serra. Dá para conciliar?

O montanhista Alexandre Gazinhato, publicado uma vez que Gaulês, conta que leva o pequeno Bento, de um ano e dez meses, para trilhas e montanhas “desde os 3 meses”. O menino, que tem todo o equipamento de um adulto —elmo, roupas de manga longa e óculos de proteção—, vai numa cadeirinha na mochila do pai e, em moradia, já ganhou uma parede de escalada apropriada para seu desenvolvimento.

“Só o levamos a ambientes que conhecemos”, explica Gaulês, “pois não dá para ir na incerteza, o planejamento tem que ser melhor quando você está com uma muchacho, você não vai assumir os mesmos riscos”. Ele recomenda que “todo mundo ligeiro o rebento para o envolvente originário, para a serra, pois quando a muchacho cresce e viveu no virente, ela tem a sensação de que é uma superfície segura, de conforto, e se isso intercorrer até os cinco anos de idade, vai ter isso para sempre em sua vida”.

Do ponto de vista médico, o pediatra, hebiatra e montanhista Rodrigo Rodriguez, do hospital Sabará em São Paulo, diz que a priori não há contraindicação de atividades no mato ou na serra para nenhuma idade. Mas alerta para alguns cuidados essenciais que vão desde prometer que a cobertura vacinal esteja completa e a muchacho consiga manducar todos os provisões, em universal a partir de um ano de idade, até testificar “zelo reduplicado na qualidade da chuva, com tratamento completo sempre”.

“Crianças que usam fórmulas lácteas precisam de zelo extra, pois elas estragam muito rapidamente”, acrescenta o médico. “E no caso das mochilas, a maioria tem a filete de idade apropriada para a idade e o peso da muchacho indicada pelo obreiro”. Viagens de longa intervalo e de subida intensidade para adolescentes, recomenda, demandam uma avaliação cardiológica antes de botar o pé na estrada.

Para o também pediatra que um dia largou a curso para viver nas montanhas Manoel Morgado, e que se especializou em levar grupos a destinos desafiadores uma vez que o Kilimanjaro, o Aconcágua e o trekking até o acampamento-base do Everest, muchacho menor de 13 anos não entra em suas expedições. “A dinâmica do grupo teria que mudar no caso de crianças pequenas”, explica. Já para adolescentes supra dessa idade, ele conta que tem sido frequente a procura por segmento de famílias inteiras que querem viver essas experiências juntos. “O único problema com eles é que, por serem muito fortes e vigorosos, querem caminhar mais depressa, chegar logo, e precisamos segurá-los para testificar a aclimatação de todo o grupo”, diz.

O guia especializado em altas montanhas Pedro Hauck, que só admite em suas jornadas maiores de 13 anos acompanhados dos pais, ressalta que a (Uiaa) União Internacional das Associações de Alpinismo recomenda claramente não levar menores de 8 anos para as escaladas da vida. “Já levei um jovem de 15 anos ao cume do Licancabur, com 5.900 metros de altitude, mas a exigência tem que ser estar muito desenvolvido e saudável, porque o montanhismo é exigente”, completa.

E é a partir de 8 anos que Magno Souza, perito em roteiros amazônicos e subidas ao icônico monte Roraima e ao pico da Neblina, aceita seus clientes. “Já levamos crianças para o monte Roraima e o primeiro que buscamos saber é se a muchacho é ativa, gosta de atividades na natureza, se têm alguma experiência em acampamento, e entrevistamos os pais para identificar se estão cientes dos cuidados específico”atenções diferentes das dos adultos numa expedição”, afirma.


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