O líder do Hamas, Khalil al-Hayya, afirmou nesta terça-feira (18) que os corpos da família Bibas serão devolvidos na sétima troca de reféns e prisioneiros palestinos do cessar-fogo que, em janeiro, interrompeu 15 meses de guerra na Faixa de Gaza.
A família ganhou atenção ao longo do conflito por incluir os mais jovens sequestrados pelo Hamas durante o ataque no sul de Israel em outubro de 2023 —Kfir e Ariel, que tinham respectivamente oito meses e meio e quatro anos de idade à era do atentado.
Em novembro de 2023, a partido afirmou que ambas as crianças e a mãe delas, Shiri, 32, haviam sido mortas por um bombardeio de Tel Aviv em Gaza. Na era, o Tropa de Israel disse que verificava a informação, mas nunca a confirmou nem negou. No término de janeiro, em um dos comentários oficiais mais diretos sobre a família, o porta-voz das Forças Armada, Daniel Hagari, expressou “sérias preocupações quanto ao rumo deles”.
A restituição ainda vai incluir seis sequestrados vivos, de combinação com o jornal israelense Times of Israel —inicialmente, a previsão era que três reféns vivos fossem libertados no sábado.
Pouco antes do pregão desta terça do grupo terrorista, funcionários israelenses haviam dito à AFP que os esforços para liberar um número maior de reféns em relação ao previsto no combinação de cessar-fogo continuavam. De combinação com a dependência de notícias, a teoria era que seis sequestrados vivos e quatro corpos fossem devolvidos.
Negociado com a mediação do Qatar, o cessar-fogo entre Hamas e Israel entrou em vigor no dia 19 de janeiro, posteriormente mais de 15 meses de guerra na Tira de Gaza. A primeira tempo da trégua deve terminar em 1º de março e permitir a libertação de 33 reféns em troca da libertação de mais de 1.900 palestinos detidos em Israel.
As seis primeiras trocas permitiram a libertação de 19 sequestrados em troca de mais de milénio detidos palestinos. Israel indicou nesta terça que as negociações para a segunda tempo do cessar-fogo seriam iniciadas nesta semana, com mais de 15 dias de tardança.