Iair Horn, Sagui Dekel-Chen e Alexander Sasha Troufanov foram os três reféns libertados pelo Hamas neste sábado (15), e agora faltam 14 sequestrados para serem soltos pelo grupo terrorista, segundo os termos do cessar-fogo firmado com Israel.
Na última terça-feira (11), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, repetiu sua vontade de concluir totalmente com a guerra e afirmou que, caso o Hamas não libertasse “todos os reféns”, tudo poderia suceder.
Veja aquém quem são os três libertados deste sábado (15) e os demais que deverão ser libertados nas próximas semanas, caso o Hamas cumpra o acerto com Tel Aviv.
Iair Horn, 46
Libertado neste sábado, Iair Horn, 46, foi sequestrado junto com seu irmão, Etan, 38. Sua família, que faz segmento da comunidade judaica na Argentina, somente teve a confirmação dos sequestros seis semanas depois o ataque de 7 de outubro de 2023, quando o tropa israelense confirmou a situação dos irmãos. Etan não está na lista dos 33 reféns a serem soltos na primeira tempo do cessar-fogo.
Sagui Dekel-Chen, 36
Agora em liberdade, Sagui Dekel-Chen é rebento de um parelha americano e morava no kibutz Nir Oz. No dia do ataque, foi sequestrado pelos terroristas depois horas de combate armado. Sua mãe, Neomit, 63, também morava no kibutz e foi levada junto com seus vizinhos em um veículo elétrico. No caminho para Gaza, um helicóptero da IDF atirou nos terroristas e no motorista. Mesmo ferida, Neomit voltou para a morada da família, onde foi resgatada e evacuada.
Alexander Sasha Troufanov, 29
Outro dos libertados neste sábado, o cidadão russo-israelense Alexander Sasha Troufanov, 29, foi utilizado pelo Jihad Islâmico —grupo terrorista coligado do Hamas— para gravar vídeos sobre os desdobramentos do conflito pelo menos cinco vezes até 2024. Troufanov foi sequestrado no dia dos atentados, também no kibutz Nir Oz, junto com sua mãe, avó e namorada; seu pai foi assassinado. Toda a sua família foi libertada no congraçamento de novembro de 2023.
Kfir Bibas, 2; Ariel Bibas, 5; Shiri Bibas, 33
A família Bibas ganhou atenção ao longo do conflito por incluir os mais jovens sequestrados pelo Hamas durante o ataque no sul de Israel —Kfir e Ariel, que tinham respectivamente oito meses e meio e quatro anos de idade à estação do atentado.
Em novembro de 2023, a partido afirmou que ambas as crianças e a mãe delas, Shiri, 32, haviam sido mortas por um bombardeio de Tel Aviv em Gaza. Na estação, o Tropa de Israel disse que verificava a informação, mas nunca a confirmou nem negou. No término de janeiro, em um dos comentários oficiais mais diretos sobre a família, o porta-voz das Forças Armada, Daniel Hagari, expressou “sérias preocupações quanto ao tramontana deles”.
Itzhak Elgarat, 69
De cidadania dinamarquesa, Itzhak Elgarat, 69, tem dois filhos, com os quais morava no kibutz Nir Oz. No dia do atentado, Elgarat foi sequestrado dentro de morada, pouco depois de falar com seu irmão por telefone. Em março de 2024, o grupo terrorista divulgou que o refém teria morrido durante um ataque das forças de Tel Aviv. As autoridades israelenses, no entanto, afirmam que há razões para crer que o vídeo não fosse verdadeiro.
Oded Lifshitz, 84
Oded Lifshitz é jornalista e um dos reféns mais velhos sequestrados pelo Hamas. Lifshitz e sua esposa, Yocheved, 85, são bisavós e estão entre os fundadores do kibutz Nir Oz. Antes do ataque, o parelha transportava pacientes de Gaza para hospitais em Israel. Segundo a família, ambos sempre foram defensores dos direitos humanos e da sossego. Eles foram levados no dia do atentado, mas sua esposa foi libertada em novembro do mesmo ano. A família de Lifshitz teme que, devido às poucas atualizações do grupo terrorista, o jornalista esteja morto.
Tsachi Idan, 50
Tsachi Idan morava no kibutz Nahal Oz com sua esposa e três filhos. No dia do atentado, terroristas do Hamas invadiram o lugar e, enquanto a família tentava se proteger, mataram a filha mais velha, Maayan, 18. A mãe, Gali Idan, e os dois filhos mais novos não foram levados. Toda a operação foi filmada e, nos registros, é provável ouvir a filha mais novidade, Yael, pedindo aos terroristas que não levassem Tsachi. Segundo Gali, “eles prometeram a Yael que ele voltaria”.
Omer Wenkert, 23
Omer Wenkert era gerente de restaurante e planejava se tornar um crítico de gastronomia, segundo a família. Wenkert foi sequestrado no festival de música atacado pelo Hamas —no mesmo dia, os parentes afirmaram ter recebido um vídeo dos terroristas mostrando o jovem atado na carroceria de uma caminhonete branca, de cueca. A mãe, Niva, disse que viu os olhos do rebento no vídeo: “eu vi que ele está vivo”.
Ohad Yahalomi, 50
O morador do kibutz Nir Oz Ohad Yahalomi 50, foi sequestrado junto com a esposa e seus três filhos, em morada, depois de trocar tiros com homens do Hamas e ser baleado na perna. A esposa e duas filhas conseguiram fugir. Seu outro rebento, Eitan Yahalomi, 12, foi levado pelos terroristas e posteriormente libertado durante o congraçamento de novembro de 2023.
Tal Shoham, 40
A família de Tal Shoham estava próximo ao lugar do atentado em visitante devido a um feriado religioso. Shoham e outros seis membros da família foram levados depois de os terroristas atearem lume à morada em que estavam. A esposa e dois filhos, muito porquê sua sogra, a tia e a sobrinha da esposa, foram libertados no congraçamento de novembro de 2023.
Eliya Cohen, 27
A família do refém Eliya Cohen ouviu, na última semana, que o jovem de 27 anos ainda está vivo. Dois reféns libertados na quinta troca —em 8 de fevereiro—, Or Levy e Eli Sharabi, afirmaram que foram mantidos com Cohen nos túneis do grupo terrorista em Gaza.
Omer Shem Tov, 22
Omer Shem Tov tinha 20 anos quando, durante a sarau atacada pelo Hamas, foi sequestrado pelo grupo terrorista junto com seus amigos. A mãe disse ter reconhecido o rebento em um dos primeiros vídeos divulgados pelos terroristas; nas images, Omer aparecia com um grupo de reféns em um hospital.
Avera Mengistu, 38; Hisham Al-Sayed, 36
Ambos os homens foram sequestrados pelo Hamas há muro de dez anos. Hisham Al-Sayed, um cidadão beduíno, foi sequestrado em 2014. Além dele, Avera Mengistu, de origem etíope-israelense, foi levado em 2015. O Hamas diz que os dois foram detidos por serem soldados, mas a organização Human Rights Watch afirma que ambos são, na verdade, civis isentos do serviço militar. Os dois têm transtornos mentais e, segundo o tropa isralenese, o estado de saúde de Avera é considerado grave.
Shlomo Mantzur, 85 (morto)
O refém mais velho do grupo terrorista Hamas, Shlomo Mantzur, foi enunciado morto pelo Tropa israelense na última terça-feira (11) —segundo as autoridades, ele foi assassinado no dia do ataque, e desde logo o grupo mantém seu corpo em Gaza. Em seguida a confirmação, a família de Mantzur o descreveu porquê “um varão de subida moral e valores, um amante da humanidade, que sempre ajudou os outros de todo o coração”.