Presidente de organizada do Sport levou mais de 100 pontos – 13/02/2025 – Esporte

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O presidente da Torcida Jovem do Leão, João Victor Soares da Silva, 27, continua internado em um hospital de Pernambuco 12 dias posteriormente a briga registrada antes da partida entre Santa Cruz e Sport, em 1º de fevereiro, pelo Campeonato Pernambucano.

De consonância com o jurisperito Rômulo da Silva Brito, representante de Soares, o varão teve lesões na região do ânus, levou mais de século pontos na cabeça e fraturou dois ossos rádio, mas já passou por cirurgia e está tendo uma recuperação “extraordinária”.

Ele recebeu atendimento inicialmente no Hospital da Restauração, mas foi transferido. A Polícia Civil não divulga seu estado de saúde ou localização por questões de segurança.

“A Polícia Social de Pernambuco informa que as 13 pessoas citadas seguem presas preventivamente. As investigações estão em curso pela Delegacia de Polícia de Repressão à Intolerância Esportiva. Mais informações não podem ser divulgadas para não promover prejuízo às diligências em curso”, diz, em nota.

Quatro policiais fazem a custódia do presidente da Jovem, com cada guarnição permanecendo em turnos de seis horas, segundo o jurisperito.

De consonância com Brito, Soares é incapaz de identificar seus agressores. É ele quem aparece desacordado em gravações da disputa.

“Ele realmente não reconhece ninguém, até porque os agressores estavam com tecido na cabeça. Não foi confusão, nem fusão. O nome disso é linchamento”, afirmou o jurisperito.

O presidente da organizada, assim como outros 12, teve prisão preventiva decretada pela Justiça. Sua resguardo entrou com pedido de liberdade provisória, que ainda não foi analisado.

A argumentação é embasada no vestimenta de que Soares não teria agredido nenhum rival e que tentava, na verdade, fugir da organizada do Santa Cruz, que teria ido ao encontro dos torcedores do Sport.

“Ele correu quase 400 metros sem a presença de policiais, portanto foi apanhado e linchado com socos e pontapés em todo o corpo. Teve confusões e hematomas. Um varão saudável e viril se viu desmaiado em poucos segundos, todo ensanguentado. Quando a polícia chegou, não tinha o que fazer. Só restava socorrê-lo mesmo”, disse o jurisperito.

“Não foi apreendido pau, pedra ou qualquer tipo de arma com o meu cliente. É preciso entender que cada caso é um caso. Ninguém reclamou de João Victor, um varão satisfeito e jocoso”, acrescentou.

Por meio das redes sociais, a mãe de Soares, Viviane Eugenia, criticou o pedido de prisão nesta terça-feira (11). Ela apontou que o jovem errou por “ter se envolvido com amizades que não eram da sua tribo” e porque “deixou sua própria família em nome de uma torcida organizada”.

“Mas quem sou eu para julgar neste momento em que ele já foi mais do que punido pela vida?”, acrescentou. “O meu [filho] será entregue à sociedade uma vez que o único responsável por toda a desordem que acontece nas torcidas organizadas. Era melhor que tivéssemos morrido naquele dia, pois estão nos matando aos poucos.”

Questionado, o Tribunal de Justiça de Pernambuco informou que há um pedido de habeas corpus registrado no nome de Soares, mas ainda não consta decisão do pensamento.

O caso é investigado pela Delegacia de Polícia de Repressão à Intolerância Esportiva, vinculada à Polícia Social.



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