Alemanha: 200 mil pessoas protestam contra extrema direita – 08/02/2025 – Mundo

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Uma série de manifestações contra a extrema direita ocorreram na Alemanha neste sábado (8), a duas semanas das eleições parlamentares do país.

Uma das mobilizações, em Munique, no estado da Baviera, reuniu 200 milénio pessoas, segundo estimativa da polícia sítio.

Os manifestantes estavam reunidos sob o slogan “a democracia precisa de você”, e criticaram qualquer colaboração com o partido de extrema direita AfD (Opção para a Alemanha, na {sigla} em boche).

Os organizadores da sintoma “Munique é multicolorida” disseram que pretendiam enviar “um possante sinal de multiplicidade, pundonor humana, coesão e democracia” antes das eleições.

Neste sábado, as “avós contra a extrema direita”, um movimento criado em 2018 e inspirado em uma iniciativa semelhante na Áustria, também convocou manifestações em várias cidades alemãs, incluindo Hannover (no setentrião do país), onde, segundo a polícia, 24 milénio pessoas protestaram.

No último domingo (2), 160 mil pessoas se manifestaram na capital alemã, Berlim, pelos mesmos motivos.

Um dia antes, manifestações nas principais cidades do país já haviam reunido mais de 80 milénio pessoas, também de conciliação com estimativas oficiais. A polícia admitiu que a escrutínio era complexa, já que vários protestos ocorreram ao mesmo tempo.

As manifestações foram desencadeadas na semana passada depois que o candidato de centro-direita a premiê e favorito nas pesquisas, Friedrich Merz, se aproximou da AfD.

Ele se apoiou na AfD para tentar passar no parlamento boche um projeto de lei que buscava restringir as leis de imigração do país, tema que virou meão na campanha eleitoral em seguida uma série de ataques cometidos por estrangeiros —alguns deles, sem permissão de estar na Alemanha.

Em seguida um debate histórico sobre refugiados, democracia e extremismo, o Parlamento boche rejeitou no último dia 31 esse projeto. A votação foi uma rota para Merz.

Até agora, os partidos tradicionais têm rejeitado qualquer cooperação em nível pátrio com a extrema direita, em nome do chamado cordão sanitário levantado contra o partido patriótico e hostil aos migrantes.

Reunidos na segunda-feira em um congresso (3), deputados de centro-direita declararam firmemente que excluíam qualquer governo com o AfD, o segundo partido nas pesquisas depois dos conservadores.



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