Chefe de diplomacia dos EUA vai ao Panamá para negociações – 01/02/2025 – Mundo

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Marco Rubio chega neste sábado (1º) ao Panamá em sua primeira viagem ao exterior porquê dirigente da diplomacia dos Estados Unidos em procura de uma forma de restabelecer o controle do ducto do Panamá, um dos objetivos do presidente Donald Trump.

Ele viaja no mesmo dia em que Trump planeja impor tarifas aos principais parceiros comerciais dos Estados Unidos: Canadá, México e China.

Desde que o republicano chegou à Moradia Branca para um segundo procuração, a política externa de Washington é muito mais agressiva.

Rubio irá posteriormente a outros quatro países latino-americanos —Costa Rica, El Salvador, Guatemala e República Dominicana— com uma agenda centrada na transmigração.

Surpreende o tom se comparado ao de seus predecessores, que optavam por uma mensagem conciliadora com seus aliados em suas primeiras viagens.

Trump se recusou a descartar o uso da força militar para tomar o ducto do Panamá, que os Estados Unidos entregaram no final de 1999. Ele acredita que a China exerce controle excessivo sobre essa via interoceânica por meio de seu investimento nos portos situados em suas extremidades.

Em seu exposição de posse, o magnata afirmou que os Estados Unidos o “recuperarão”, e se recusou a voltar detrás na sexta-feira.

“Já ofereceram fazer muitas coisas”, disse Trump sobre o Panamá, “mas acreditamos que é propício que o recuperemos”.

Ele afirmou que o Panamá está removendo cartazes em chinês para encobrir que “violaram totalmente o concordância” sobre o ducto. E acrescentou que Rubio abordará o tema com a pessoa responsável.

O presidente panamenho, José Raúl Mulino, geralmente considerado um coligado dos Estados Unidos, descartou penetrar negociações e reclamou à ONU pela ameaço de Trump.

Para ele, o objecto está encerrado: “O ducto é do Panamá”. O governo de Mulino, no entanto, ordenou uma auditoria da CK Hutchison Holdings, a empresa de Hong Kong que opera portos em ambos os lados do ducto.

Pressão máxima

Resta saber se Rubio cumprirá sua ameaço e porquê o fará. Alguns especialistas acreditam que Trump está somente exercendo pressão e poderia declarar uma vitória se os Estados Unidos aumentarem o investimento no ducto, um pouco que a maioria dos panamenhos aprovaria.

Rubio minimizou a opção militar, mas sem contrariar seu dirigente. “Acho que o presidente foi bastante simples quanto ao libido de voltar a gerir o ducto. Obviamente, os panamenhos não são grandes fãs dessa teoria”, disse Rubio à rádio SiriusXM em uma entrevista antes da viagem.

Ele reconheceu que o governo do Panamá “em universal é pró-americano”, mas considera que o ducto do Panamá é um “interesse pátrio fundamental” para Washington.

“Não podemos permitir que nenhuma potência estrangeira, em privado a China, tenha esse tipo de controle potencial sobre o ducto que têm. Isso simplesmente não pode continuar assim”, disse Rubio.

Quarenta por cento do tráfico de contêineres dos Estados Unidos passa pelo ducto.

O enviado próprio dos Estados Unidos para a América Latina, Mauricio Claver-Carone, afirmou na sexta-feira que a culpa não é de Mulino, mas do anterior presidente panamenho, Juan Carlos Varela, que em 2017, durante o primeiro procuração de Trump porquê presidente, decidiu trinchar os laços com Taiwan em prol da China.

“Não foi somente um reconhecimento diplomático. Literalmente abriu as comportas e deu ativos estratégicos em toda a zona do ducto à China”, afirmou.

Acusou o Panamá de aumentar injustamente os custos para os navios americanos, apesar de pedir ajuda a Washington para a manutenção do ducto.

O Panamá atribui o aumento dos custos aos efeitos de uma seca, exacerbada pelas mudanças climáticas.

Trump não hesita em exercitar pressão sobre outros países para dobrá-los, principalmente para conseguir sua máxima prioridade: expulsar os migrantes em situação irregular.

No domingo, ameaçou com tarifas a Colômbia para obrigar seu presidente, Gustavo Petro, a voltar detrás depois de impedir o pouso de um avião militar com migrantes, alguns com algemas. Bogotá estava disposta a aceitá-los, mas em outras aeronaves e em condições “dignas”.



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