EUA: Imigrantes irregulares pagam bilhões à Previdência – 31/01/2025 – Mundo

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A Governo da Previdência Social nos Estados Unidos recebe bilhões de dólares a cada ano de uma natividade inesperada: imigrantes vivendo no país ilegalmente.

Leste grupo pagou muro de US$ 25,7 bilhões (muro de R$ 155 bilhões) em impostos da Previdência Social em 2022, de concórdia com uma estudo recente do Instituto de Política Tributária e Econômica, um grupo de pesquisa de impostos.

Uma vez que os trabalhadores em situação irregular não podem receber aposentadoria e outros benefícios da Previdência Social sem uma mudança em seu status de imigração, os bilhões que eles injetam no programa atuam efetivamente porquê um subvenção para os beneficiários americanos.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, quando candidato, promete realizar o maior programa de deportação em massa do país e restringir os caminhos legais para a imigração. É difícil prever se a novidade governo será capaz de cumprir suas promessas mais agressivas, entre elas enviar para lar os muro de 11 milhões de trabalhadores atualmente em situação irregular nos Estados Unidos.

Mas se a Mansão Branca seguir adiante, especialistas projetam um largo impacto na economia —e isso poderia custar à Previdência Social muro de US$ 20 bilhões (R$ 120 bilhões) em fluxo de caixa anualmente, de concórdia com atuários da Governo da Previdência Social, que envia benefícios para 68 milhões de americanos por mês, totalizando US$ 1,5 trilhão (R$ 9 trilhões) no ano pretérito.

A Previdência Social americana enfrenta um déficit de financiamento há anos, em segmento devido a mudanças demográficas. A queda nas taxas de natalidade significa que menos pessoas estão contribuindo para o programa, milhares de baby boomers (geração nascida entre 1946 e 1964) estão se aposentando diariamente e muitos deles estão recebendo benefícios por períodos mais longos.

“As realidades demográficas dos Estados Unidos são cada vez mais desafiadoras para programas porquê a Previdência Social”, disse Shai Akabas, diretor executivo do programa de política econômica do Núcleo de Política Bipartidária, uma organização sem fins lucrativos. “A imigração líquida para o país é um fator que tem positivamente contrabalançado essa tendência e ajudado a preencher a vácuo deixada por uma força de trabalho envelhecida.”

O fundo fiduciário que paga os benefícios de aposentadoria deve se esgotar em 2033, quando a receita fiscal será suficiente para remunerar 79% dos benefícios programados. Isso significa que os cheques dos beneficiários seriam reduzidos em 21% se o Congresso não fizer zero.

Grandes mudanças na política de imigração poderiam ter efeitos em cascata na Previdência Social americana. Havia a projeção de a taxa de imigração líquida impulsionar o prolongamento populacional —e simbolizar todos os aumentos populacionais a partir de 2040, porque as taxas de fertilidade americanas são tão baixas, de concórdia com um relatório de 2024 do Escritório de Orçamento do Congresso.

“Se a força de trabalho imigrante diminuir, isso provavelmente piorará o quadro financeiro da Previdência Social a limitado prazo e exigirá reformas mais significativas em outros lugares”, disse Akabas, do Núcleo de Política Bipartidária. “As questões mais amplas da política de imigração e segurança de fronteiras exigem um pensamento solícito que vai além de seu impacto no programa da Previdência Social.”

Para se ter uma teoria de porquê diferentes níveis de imigração —tanto lícito, porquê proibido— podem modificar as finanças do programa a longo prazo, podemos indagar o último relatório anual de confiabilidade dos administradores da Previdência Social, que prevê a saúde financeira do fundo fiduciário combinado para benefícios de aposentadoria e invalidez ao longo de um período de 75 anos a partir de 2024.

A melhor estimativa dos gestores assume uma população de 1,24 milhão de imigrantes a cada ano. Com essa taxa, o programa precisa de mais 3,5% de sua folha de pagamento tributável para se tornar totalmente solvente. Mas se a imigração líquida anual caísse para 829 milénio (sua estimativa mais baixa), o déficit de financiamento de longo prazo do programa pioraria muro de 10% (de 3,5% para 3,9% da folha de pagamento tributável).

Mas se a taxa líquida de imigração subisse para quase 1,7 milhão anualmente, o déficit de financiamento melhoraria em 10% (para 3,1% da folha de pagamento).

Em outras palavras, para cada 100 milénio imigrantes a mais a cada ano, a vácuo de financiamento é melhorada em 0,09% da folha de pagamento tributável.

Trabalhadores em situação irregular nos EUA devem remunerar impostos sobre a renda, com muro de metade declarando imposto de renda federalista. Apesar de contribuírem com impostos sobre folha de pagamento, não podem receber benefícios do sistema de seguridade social ou créditos porquê o crédito tributário por renda auferida, que requer números da Previdência Social válidos para todos os declarantes e dependentes.

Empregadores devem usar o formulário I-9 (documento exigido pelo governo para verificar identidade e a elegibilidade para trabalhar) para confirmar a identidade e a elegibilidade de seus trabalhadores.

Trabalhadores em situação irregular podem usar números falsos ou de terceiros para receber salários, mas utilizam o ITIN (Número de Identificação de Tributário Individual) para declarar impostos. Criado pelo IRS (a Receita Federalista dos EUA) em 1996, o ITIN permite que pessoas sem número de Previdência Social, porquê titulares de visto de estudante ou cônjuges de trabalhadores, cumpram as obrigações fiscais.

O Instituto de Política Tributária e Econômica estima que os trabalhadores que vivem no país ilegalmente pagaram um totalidade de US$ 96,7 bilhões em impostos federais, estaduais e locais em 2022, um terço dos quais foi talhado aos impostos sobre folha de pagamento que são dedicados ao pagamento de programas de seguridade social, incluindo Seguro Social, Medicare e taxas sobre desemprego.

“Está muito estabelecido que os trabalhadores indocumentados contribuem para a solvibilidade dos principais programas de seguridade social por meio de suas contribuições fiscais”, disse Carl Davis, diretor de pesquisa do Instituto de Política Tributária e Econômica.



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