Trump assina primeiros decretos após posse – 20/01/2025 – Mundo

Mundo


Horas posteriormente tomar posse para um procuração que promete ser radicalizado, o novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta segunda (20) uma série de decretos controversos que endurecem a fiscalização de migrantes, estimulam a exploração de combustíveis fósseis e determinam o termo de ações relacionadas à multiplicidade. Muitos deles revertem medidas implementadas pelo predecessor, Joe Biden.

As primeiras ordens foram assinadas diante de milhares de apoiadores no ginásio Capital One Estádio, em Washington. No sítio, o presidente determinou a retirada da nação do Acordo de Paris e a revogação de 78 ações executivas implementadas por Biden. Depois, o republicano partiu para a Morada Branca, onde assinou a maior segmento dos documentos.

Nas palavras de Trump, as medidas dão início à “restauração completa” dos EUA. Segmento considerável dos decretos, mas, é criticada por organizações que atuam com direitos humanos e sustentabilidade.

Foram ao menos dez ordens na superfície da imigração. A mais ruidosa delas é a que declara estado de emergência pátrio na fronteira com o México. É um indicativo de que o republicano leva a ferro e incêndio sua promessa de fazer o maior esforço de deportação da história americana já no início do governo.

O republicano sempre deixou simples que pretende deportar o supremo verosímil de imigrantes em situação irregular, um tanto que ele diz ser necessário posteriormente travessias recordes no governo Biden. “Acabarei com a prática de pegar e soltar [os migrantes]. Enviarei tropas para a fronteira sul para repelir a desastrosa invasão do nosso país”, afirmou Trump, ainda na cerimônia de posse, sobre o estado de emergência.

A medida possibilita a convocação das Forças Armadas para atuar na região fronteiriça, contribuindo para a conquista de migrantes em situação irregular, segundo a rede americana ABC News. Também permite o envio de mais recursos federais para a construção do muro que separa os EUA do México.

Ainda em relação ao país vizinho, Trump assinou decreto para qualificar os cartéis de drogas mexicanos de organizações terroristas internacionais. O novo presidente disse que vai invocar uma lei criada há 226 anos, chamada Alien Enemies Act (Lei dos Inimigos Estrangeiros, em português), que autoriza as autoridades dos EUA a estagnar e deportar imigrantes em períodos de guerra contra outras nações.

Outro decreto discutível, embora já esperado, foi a retirada dos EUA do Acordo de Paris, pacto assinado em 2015 pela comunidade internacional com o objetivo de reduzir as emissões de gases de efeito estufa que agravam o aquecimento global. Trump ainda retirou o país da Organização Mundial da Saúde sob o argumento de má gestão da filial subordinada à ONU durante a pandemia da Covid.

Na superfície da política internacional, Trump revogou sanções impostas pelo governo Biden a colonos de Israel na Cisjordânia ocupada. Os assentamentos são considerados ilegais pela maior segmento da comunidade internacional, e sua expansão é para os palestinos um dos principais obstáculos a uma tranquilidade duradoura. Ao mesmo tempo, a coalizão de ultradireita liderada pelo prêmie Binyamin Netanyahu encoraja as ocupações.

O republicano ainda revogou decreto que retirava a designação de Cuba como um país patrocinador do terrorismo. O líder do país caribenho, Miguel Díaz-Canel, chamou a decisão de “um ato de arrogância e desrespeito à verdade”.

No contexto econômico, o novo presidente assinou decreto que determina o termo do home office para funcionários federais e o refrigeração de novas contratações, em traço com o exposição de procura de eficiência no governo —motivo pelo qual criou um função personalizado para o bilionário Elon Musk, a chefia do Departamento de Eficiência Governamental.

Outro decreto assinado pelo republicano determina que o governo americano reconheça exclusivamente duas categorias de gênero: feminino e masculino, em medida criticada uma vez que retrocesso para a multiplicidade. Trump ainda assinou ordem para “restaurar liberdade de sentença e concluir com a increpação federalista”, embora sem detalhar uma vez que isso será feito.

Em sua fala no Capital One, Trump reiterou algumas de suas promessas, incluindo o perdão às pessoas que invadiram o Capitólio em 6 de janeiro de 2021, descritas por ele uma vez que reféns. Mais tarde, o presidente assinou decreto que contempla muro de 1.600 réus que tiveram participação no caso.

O novo presidente já tinha discursado mais cedo durante as solenidades da posse, mas num contexto mais formal e para uma plateia pequena dentro do Capitólio. A fala no Capital One foi a sua estreia diante de um público grande no novo governo —o sítio tem capacidade para até 20 milénio pessoas.

Se no exposição solene ele tinha se segurado, na estádio aproveitou o ensejo para falar de modo mais lhano. Ele mencionou inclusive que tinha sido aconselhado a não falar das pessoas que chamou de reféns durante a cerimônia no Capitólio para evitar fomentar um clima divisivo no país. Foi um exposição clássico do republicano, com as repetições e as digressões típicas do seu estilo.

A plateia do Capital One não era o que o republicano tinha em mente, a princípio. Ele queria reunir multidões nos gramados diante do Congresso americano. O clima, porém, o forçou a mudar de planos de última hora e transferir o evento para um espaço fechado. Durante o dia, a sensação térmica chegou a -12ºC —insuportável, mesmo para quem se agasalhou.

Trump, no entanto, conseguiu em certa medida tirar vantagem desse revés. Transformou o evento em uma espécie de show. Ao entrar no ginásio, passou entre o público, sorrindo e apertando as mãos de alguns de seus simpatizantes. Demonstrou o carisma que marcou a sua curso. Era um cenário familiar, uma vez que o de seus tantos comícios de campanha.

Alguns dos aliados de Trump discursaram antes dele no Capital One. Elon Musk, proprietário do X, fez algumas das falas mais fortes. O bilionário descreveu a eleição de Trump uma vez que uma “vitória da cultura” e acenou ao público com o braço levantado, no que foi criticado depois uma vez que exagerado parecido com uma saudação nazista.



Source link

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *