Romi, Doron e Emily: Quem são 3 reféns soltas por Hamas – 19/01/2025 – Mundo

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O portal de notícias saudita Al Arabiya afirmou neste domingo (19), por volta das 16h15 no horário lugar (11h15 em Brasília), que o grupo terrorista Hamas entregou três reféns que vinha mantendo há muro de 15 meses na Faixa de Gaza à Cruz Vermelha. A entrega foi confirmada pelo premiê de Israel, Binyamin Netanyahu .

As três reféns em questão são Romi Gonen, 24, Doron Steinbrecher, 28, e Emily Damar, 31. Elas são as primeiras a serem soltas pelo grupo terrorista no dia inicial do cessar-fogo entre ele e o Estado judeu que entrou em vigor às 11h15 do horário lugar (6h15 no horário de Brasília).

Em troca de cada uma, 30 palestinos mantidos em prisões israelenses devem ser libertados.

Segundo o jornal The Times of Israel, muro de 200 pessoas se reuniram na rossio dos Reféns, em Tel Aviv, para ver às notícias do momento em um telão. Eles aplaudiram quando a emissora pública Kan News, citando uma natividade do governo israelense, informou que a troca de reféns estava prestes a ter início.

Romi Gonen, 24

Foi sequestrada no Supernova, festival de música eletrônica que acontecia no deserto de Negev, sul de Israel, em 7 de outubro de 2023. Em entrevista à Folha, a mãe de Romi, Meirav Leshem Gonen, conta que acompanhou a filha por telefone até o momento em que terroristas a levaram.

A notícia mais recente que Merav havia tido de Romi foi durante a trégua ocorrida em novembro passado. Segundo ela, sua filha deveria ter sido libertada naquela semana, mas o cessar-fogo acabou sendo interrompido antes que isso pudesse ocorrer, em 1º de dezembro.

Na ocasião, uma das pessoas que tinham sidos soltas disse a Meirav que Romi estava na rede de túneis mantida pelo Hamas debaixo de Gaza.

A consultora de negócios de 54 anos descreveu a filha porquê uma pessoa que estava sempre cercada de amigos e lutando pelo que é justo. “Às vezes digo que eles cometeram um grande erro ao sequestrá-la”, disse. “Tenho certeza de que ela está infernizando a vida deles. Tenho esperança de que ela esteja.”

Doron Steinbrecher, 31

A enfermeira veterinária estava em seu apartamento quando terroristas do Hamas invadiram o kibutz Kfar Aza —ela vivia em uma superfície da comunidade voltada para os moradores mais jovens e solteiros. No totalidade, 11 pessoas foram mortas e 7 foram sequestradas no lugar.

O jardim da lar de seus pais, também em Kfar Aza, foi transformado em uma espécie de quartel-general pelo Hamas, mas os terroristas nunca entraram na lar deles. A família de Doron manteve contato com ela durante toda a manhã do ataque, até o momento em que ela foi levada pelo Hamas.

“Naquele sábado, estávamos em lar no kibutz. Ela ligou e disse que podia ouvir os terroristas tentando entrar em sua lar. Ouvimos uma mistura de vozes, e portanto seu telefone ficou mudo. Quando tudo acabou e as forças de segurança chegaram à lar dela, não encontraram corpo ou sangue. Entendemos que ela havia sido levada”, disse Simona, mãe de Doron, ao jornal israelense Haaretz.

Em janeiro de 2024, pouco depois da marca de cem dias de guerra, o Hamas divulgou um vídeo em que Doron aparece ao lado de duas outras reféns, Daniella Gilboa e Karina Ariev.

Depois ver a ele, a mana de Doron, Yamit Ashkenazi, disse ao Haaretz: “Nós a vemos viva, mas seus olhos dizem tudo. Você pode ver a dificuldade, a magreza; ela está pálida. Não sabemos se ela recebeu sua medicação ou não.”

Emily Damari, 28

A cidadã britânico-israelense também vivia na superfície voltada a moradores mais jovens e solteiros do Kfar Aza e foi sequestrada lá. Sua mãe, Mandy Damari, contou ao Haaretz que a filha foi baleada na mão e na perna pelos terroristas, e que eles também mataram seu cachorro antes de forçá-la a entrar no próprio coche.

Bar Kislev, um companheiro e vizinho de Emily que sobreviveu aos ataques, disse à emissora Via 12 que viu o coche de Emily sendo orientado por um terrorista no dia do ataque, por volta das 11h no horário lugar, e indo em direção à Tira de Gaza.

Antes disso, o veículo parou em frente à lar de Kislev, que pôde ouvir pessoas discutindo em mouro. Ele afirmou confiar que, neste momento, Emily foi sequestrada com dois outros amigos seus que também moravam no kibutz, Gali e Ziv Berman.

Em janeiro do ano pretérito, depois ser libertada, Dafna Elyakim disse que encontrou Emily e outras quatro reféns —Liri Albag, Naama Levy, Romi Gonen e Agam Berger— ao ser levada para os túneis do Hamas.



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