Emily Damari, 28, uma das três reféns libertadas pelo Hamas neste domingo (19), perdeu dois dedos de uma das mãos no dia em que foi sequestrada e levada à Gaza, em 7 de outubro de 2023.
Ela vivia na superfície voltada a moradores mais jovens e solteiros do Kfar Aza, um dos vários kibutzim no sul de Israel invadidos pelo Hamas naquele dia.
A mãe de Emily, Mandy Damari, contou ao jornal Haaretz que a filha foi baleada na mão e na perna pelos terroristas. Eles também teriam matado o cachorro dela antes de sequestrá-la.
Mãe e filha aparecem se abraçando em uma foto de seu encontro compartilhada nas redes sociais. Nele, Emily ergue a mão enfaixada por um curativo. A imagem, publicada por Mandy, diz na legenda “Emily está em moradia”.
O Tropa de Israel informou que Damari e as duas demais reféns soltas neste domingo, Romi Gonen, 24, e Doron Steinbrecher, 31, se reuniram com suas mães em um lugar perto da superfície em que foram sequestradas há tapume de 15 meses.
As três aparentavam boa saúde em um vídeo divulgado pelos militares. Elas foram libertadas porquê secção de um cessar-fogo negociado entre Israel e Hamas para terminar com a guerra na Faixa de Gaza que começou com os ataques terroristas de outubro de 2023. Na ocasião, 1.200 pessoas foram mortas em Israel —outras 250 foram sequestradas e levadas para Gaza.
Em troca de cada uma, 30 palestinos mantidos em prisões israelenses devem ser libertados.
A ofensiva militar de Israel, por sua vez, resultou na morte de quase 47 milénio pessoas em Gaza segundo autoridades ligadas ao Hamas, além de ter forçado o deslocamento da maioria da população do território palestino.
Se mantido, o cessar-fogo pode reduzir as tensões no Oriente Médio, uma vez que a guerra em Gaza se espalhou e passou a envolver outros atores na região, porquê o libanês Hezbollah e os rebeldes houthis do Iêmen —além do fiador de ambos os grupos, o Irã.
Também pavimenta o caminho para um aumento na ajuda humanitária para a população de Gaza. Agentes da OMS (Organização Mundial da Saúde) disseram que, pelos termos do convenção, o número de caminhões com suprimentos que entram em Gaza diariamente deve subir de uma média de 40 a 50 para de 500 a 600.
Durante a primeira tempo do convenção, com previsão de persistir seis semanas, o Hamas concordou em libertar 33 reféns israelenses, incluindo todas as mulheres, crianças e homens supra de 50 anos.
Israel diz que ainda há 98 reféns sendo mantidos em Gaza. Desse totalidade, 94 foram sequestrados no 7 de Outubro e 4 estão na tira desde 2014.
Em contrapartida, o governo de Israel pode libertar até 1.904 palestinos detidos em suas prisões, sendo que 737 deles foram acusados ou condenados por ameaças à segurança pátrio israelense.
O número totalidade em qualquer uma das fases vai depender do ritmo de restituição dos reféns —nesta primeira lanço, cada sequestrado será trocado por, em média, 19 prisioneiros.