O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, ameaçou não prosseguir com o cessar-fogo na Filete de Gaza até receber a lista com os nomes dos 33 reféns que serão libertados pelo Hamas na primeira período do convenção neste sábado (18).
Segundo o premiê, a exigência era uma das previstas pelo tratado. “Israel não tolerará violações do convenção. A única responsabilidade é do Hamas”, disse em expedido.
Netanyahu ainda discursou neste sábado. Em seu pronunciamento, afirmou que Israel tem o recta de reiniciar os combates caso a segunda lanço do pacto não seja cumprida.
“Se precisarmos voltar a lutar, faremos isso de forma renovada e contundente”, declarou. “O presidente [eleito dos EUA] Trump e o presidente Biden deram pedestal totalidade ao recta de Israel de retornar ao combate se concluir que as negociações da período B são inúteis.”
A cúpula do poder israelense havia superado divergências e autenticado na sexta-feira (17) um convenção com o Hamas, encerrando um processo de negociação mediado por americanos, egípcios e qataris que perdurou por todos os 15 meses de duração da guerra.
Os ministros israelenses votaram o convenção, por um placar de 24 em prol e 8 contrários. A reunião durou mais de seis horas, e o cessar-fogo foi programado para entrar em vigor às 8h30 deste domingo (19) no horário lugar, 3h30 em Brasília.
Segundo o convenção, os conflitos seriam interrompidos e os reféns até hoje mantidos pelo Hamas em Gaza seriam trocados por palestinos presos em Israel.
No dia em que o convenção seria fechado, Netanyahu acusou o Hamas de tentar incluir alguns pontos de última hora. O grupo terrorista negou, mas o imbróglio de todo modo adiou a reunião de seu gabinete de segurança, lanço que precederia a votação dos ministros.
Foi a primeira crise em torno da trégua anunciada na quarta (15) e desde portanto marcada por vaivéns.
A base da ultradireita religiosa em Israel é contra o convenção porque nele os 98 reféns em poder do Hamas, 94 dos quais foram sequestrados durante o ataque de 7 de outubro de 2023 que deu início à guerra, serão trocados por quase 2.000 prisioneiros palestinos.
Ao menos 30 desses detidos cumprem prisão perpétua por matar judeus. Entre os palestinos notáveis que seriam soltos estão Zakaria Zubeidi, ex-comandante das Brigadas Al-Aqsa, braço armado do partido Fatah, no poder da Domínio Palestina; os membros do Jihad Islâmico Iyad Jradat e Ahmed Dahiri; e Mahmud Abu Varda, que cumpre 48 sentenças vitalícias por planejar ataques terroristas.
As solturas são vistas porquê um risco à segurança pátrio pelos ortodoxos. Assim, a notícia do cessar-fogo na Faixa de Gaza provocou poderoso reação na ultradireita que apoia Netanyahu.
O maior expoente do grupo, o ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, afirmou que os membros de seu partido que integram o governo renunciarão neste domingo, e pediu que seu colega na pasta das Finanças, Bezalel Smotrich, faça o mesmo.
Os enfrentamentos em Gaza não cessaram desde o proclamação inicial do convenção, na quarta-feira (15), e autoridades de saúde locais, ligadas ao Hamas, afirmaram que só nesses dias que antecederam o seu início, 123 palestinos morreram.
Neste sábado, bombardeios tinham atingido regiões no núcleo e no sul da filete, e tanques do Estado judeu disparado contra a Cidade de Gaza, antiga capital do território hoje reduzida a ruínas, no setentrião.
Enquanto isso, em Tel Aviv, um grande relógio na chamada rossio dos Reféns ainda marcava os dias, horas, minutos e segundos desde que o 7 de Outubro. Protestos pedindo a soltura das pessoas sequestradas ocorrem regularmente no lugar desde portanto, e centenas de pessoas se reuniram lá na noite de sábado em homenagem a Kfir Bibas, que supostamente completou seu natalício de dois anos na data.