Labareda atenção o silêncio de Donald Trump sobre o varão que é hoje denominado nos Estados Unidos de presidente Elon Musk. O líder republicano, que toma posse na segunda (20), é espargido por não ceder protagonismo e está sendo provocado por adversários à espera de uma reação destemperada contra o sociopata bilionário que ganhou escritórios num prédio ao lado da Lar Branca para comandar uma pasta que não existe, o Doge, {sigla} em inglês para o orwelliano Departamento de Eficiência do Governo.
Sabe-se que Trump gosta de ver seus asseclas promovendo mútua destruição, uma vez que nesta semana, quando o suíno Steve Bannon afirmou que quer expulsar o varão mais rico do mundo da trajectória trumpista. O desentendimento é sobre o indumento de Musk tutorar os vistos de trabalho para estrangeiros que facilitaram o enriquecimento dos barões do Vale do Silício e tornaram a mão de obra barata e educada em países uma vez que a Índia uma força de servos sob temor estável de deportação.
Embriagado pelo retorno do investimento de US$ 270 milhões feito para seleccionar o republicano –sua riqueza já aumentou em pelo menos US$ 70 bilhões– Musk está investigando uma vez que comprar outros governantes no exterior. Ele tem consultado aliados sobre o possível financiamento de um partido mútuo no Reino Unificado com o objetivo de forçar a repúdio do primeiro-ministro trabalhista, Keir Starmer, eleito em julho pretérito, no mesmo mês em que o bilionário usou sua conta no X com mais de 200 milhões de seguidores para insuflar revoltas raciais no país.
A preocupação com Starmer não é explicada pela desculpa mentirosa, a suposta revolta com uma rede de exploração sexual de menores, que se estendeu entre o final dos anos 1990 e o início da dezena passada. Finalmente, foi o governo dos conservadores britânicos, no poder por 14 anos, que ignorou recomendações feitas por uma exaustiva investigação dos crimes. A indignação vem do indumento de que múltiplos agressores tinham origem paquistanesa.
Elon Musk é um racista explícito criado no apartheid da África do Sul, o país cuja segregação definiu o caráter de dois outros bilionários influentes do Trumpistão –Peter Thiel e David Sacks. Porquê outros luminares da oligarquia digital americana, ele se interessa em facetar países europeus e intimidar Estados soberanos que têm maior gosto regulatório.
A riqueza e o alcance planetário de Musk são fatos e forçaram Keir Starmer a reagir recentemente, sem mencionar seu nome. O primeiro-ministro disse que “uma linha foi atravessada” quando Musk pediu sua prisão por cumplicidade no “estupro do Reino Unificado”. Starmer lembrou que, até há pouco tempo, a linguagem grotesca de Musk teria sido energicamente condenada por conservadores.
O problema não é só a direita britânica pós-Boris Johnson lambendo as botas de Trump e entorno. A prensa precisa determinar se cada eructação mental postado de madrugada pelo sul-africano que abusa de cetamina é manchete e se vai virar cúmplice de sacudir o cachorro pelo rabo no debate político.
Nesta quarta (15), o Ministério da Resguardo e o Tropa alemães fecharam suas contas na plataforma X, controlada por Musk, depois que ele começou a fazer campanha pela candidata da AfD (Opção para a Alemanha), a legenda anti-imigrante e neonazista, à eleição de fevereiro.
Porquê já lembrei cá, ignorar o terrorismo digital de Elon Musk não é selecção para o Brasil a caminho de 2026.
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