EUA: Biden defende legado na política externa – 13/01/2025 – Mundo

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Às vésperas de deixar a Vivenda Branca, o presidente Joe Biden fez nesta segunda-feira (13) seu último exposição no Departamento de Estado e afirmou que deixará o incumbência com os Estados Unidos “mais fortes” do que há quatro anos.

Biden afirmou que usará seus últimos dias na Presidência para trabalhar por um cessar-fogo na guerra entre Israel e Gaza. Também reforçou os investimentos que sua governo fez na Amazônia e no setor de força limpa.

“O povo palestino merece tranquilidade e o recta de ordenar seu próprio horizonte. Israel merece tranquilidade e segurança real, e os reféns e suas famílias merecem ser reunidos. Por isso, estamos trabalhando urgentemente para fechar nascente contrato [de cessar-fogo]”, afirmou.

“Estamos pressionando fortemente para concluir isso. O contrato que temos libertaria os reféns, interromperia os combates, proporcionaria segurança a Israel e nos permitiria aumentar significativamente a assistência humanitária”, acrescentou o democrata.

Biden fez uma resguardo enfática de suas políticas que estimulam a produção de força limpa e criticou quem não acredita em mudanças climáticas, numa referência implícita ao próximo governo.

O presidente eleito, Donald Trump, diz que as mudanças não são causadas por ação humana e prometeu virar uma série de medidas implementadas por Biden que estimulam a produção de força renovável. O republicano ainda disse que irá investir em combustíveis fósseis.

“Eles estão errados. Estão completamente errados. [As mudanças climáticas] são a maior ameaço existencial para a humanidade. A transição para força limpa já está acontecendo”, disse Biden, sem mencionar o presidente eleito.

Em novembro, Biden foi à Amazônia, onde anunciou investimentos destinados à preservação ambiental. Foi a primeira vez que um presidente americano, no treino do incumbência, fez uma visitante do tipo, segundo a Vivenda Branca.

“Fizemos o maior investimento já feito em clima e em força limpa em qualquer lugar da Terreno”, disse Biden nesta segunda.

O tom do exposição foi de resguardo do legado na superfície de política externa, cândido de críticas, principalmente por Trump. O republicano culpa Biden pela guerra entre Ucrânia e Rússia.

“Hoje posso informar ao povo americano que nosso poder pátrio está muito mais poderoso do que quando assumimos. Nossa economia está em expansão, embora ainda haja mais trabalho a ser feito”, disse.

Trump e outros analistas também são críticos à forma uma vez que se deu a retirada das tropas do Afeganistão por Biden, em 2021, o que foi defendido pelo presidente nesta segunda.

“Acredito que, daqui para frente, a principal ameaço da Al Qaeda não virá mais do Afeganistão. E, assim, não precisamos deixar um número considerável de forças americanas lá”, disse.

“Quando eu assumi o incumbência, tive uma escolha ocasião. Não vi razão para manter milhares de militares no Afeganistão. Acho que tenho minha agenda comigo e a mantenho.”

Biden deixará o incumbência na próxima segunda-feira (20), quando Trump tomará posse. Na quarta (15), ele fará um exposição televisionado de despedida à pátria.



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