EUA: Trump se livra de punição em caso de atriz pornô – 10/01/2025 – Mundo

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A dez dias de tomar posse, Donald Trump foi sentenciado nesta sexta-feira (10) no caso da atriz pornô Stormy Daniels, em Novidade York. Esta período confirma a pena criminal determinada por um júri em 2024, que o considerou culpado de 34 acusações de falsificação de registros comerciais para encobrir pagamentos a Daniels, com quem ele teria se relacionado no pretérito.

O republicano escapou da prisão e do pagamento de multa, mas se tornará o primeiro presidente dos Estados Unidos condenado criminalmente a assumir a Lar Branca.

A sentença, lida pelo juiz Juan Merchan, dá uma “dispensa incondicional” a Trump. Na prática, o presidente eleito não precisará executar nenhuma pena, mas o processo tem um efeito simbólico ao sacramentar a pena e dar um desfecho ao caso.

O violação de falsificação de registros comerciais é punível com até quatro anos de prisão, sem que a detenção seja obrigatória. Antes mesmo de o republicano ser eleito, porém, especialistas já diziam que dificilmente ele receberia uma pena dura por não ter antecedentes criminais e pela idade avançada (78 anos).

Agora, a resguardo tem 30 dias para apresentar um recurso à sentença do magistrado, mas num esforço que dificilmente vai vingar.

O juiz, ao ler a sentença, referiu-se ao caso porquê insólito. Disse que Trump não teria proteções caso não tivesse sido eleito presidente. “Oriente tribunal determinou que a única sentença lícito que permite a ingresso do julgamento de pena sem invadir o mais cimalha incumbência do país é uma dispensa incondicional”, disse.

Antes dele, o promotor Joshua Steinglass disse que Trump “causou danos duradouros à percepção pública do sistema de justiça criminal e colocou os oficiais do tribunal em risco.” O republicano sempre atacou seus acusadores, dizendo ser cândido de uma ação política da Justiça e prometendo inclusive investigá-los uma vez que assumisse o incumbência.

Trump participou da audiência desta sexta por videoconferência e reiterou sua inocência. Em uma fala de quase cinco minutos, o republicano afirmou que esta tem sido uma experiência ruim e um retrocesso para o Judiciário de Novidade York.

Depois da sessão, voltou a reclamar em sua própria rede, a Truth Social. “Esse resultado por si só prova que essa farsa toda merece ser totalmente arquivada”, escreveu.

Seus advogados tentaram bloquear até o último momento a leitura da sentença, para evitar o constrangimento semanas antes de o republicano se tornar presidente. Havia também a expectativa de segurar a confirmação da pena até Trump tomar posse; uma vez no incumbência, ele não pode ser processado.

A cartada final dos advogados foi recorrer à Suprema Namoro nesta semana. O tribunal mais cimalha do país, porém, rejeitou a solicitação da defesa do republicano de impedir a leitura do processo e, na prática, anular a sentença.

Ainda assim, os advogados do presidente eleito conseguiram postergar em meses esta período do processo, que estava marcada para julho do ano pretérito.

“Esta é uma sentença puramente simbólica que marca Trump porquê um criminoso”, diz à Folha o jurista Rich Hansen, professor de recta da UCLA (Universidade da Califórnia em Los Angeles).

O criminalista Técio Lins e Silva explica que não há uma figura penal no Brasil que seja equivalente à “dispensa incondicional”. Isso se deve ao indumento de o recta americano ter uma origem anglo-saxã, enquanto o brasiliano é mais similar ao da Europa.

O mais próximo da sentença do juiz desta sexta seria a “suspensão condicional da pena”, mas ainda assim, Trump teria de executar alguns requisitos no processo. A selecção seria extinguir a pena, mas isso significaria quase a anulação do processo.



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