Veja quem vai comandar órgãos-chave do governo Trump – 05/01/2025 – Mundo

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O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, que assume o comando do país no dia 20 de janeiro, completou a equipe do primeiro escalão do governo. Entre os escolhidos, há empresários, bilionários, aliados leais e membros do establishment do partido Republicano. Veja os indicados a seguir.

Imigração

Donald Trump disse que fará a maior deportação em tamanho da história e escolheu duas pessoas alinhadas às suas ideias para cuidar da extensão. Veja quem são:

Tom Homan | diretor do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas (ICE, na {sigla} em inglês)

Homan já havia comandado o serviço de transmigração no início do primeiro procuração de Trump. Ao retomá-la, deve substanciar a política migratória conservadora que ajudou a escolher o republicano.

O horizonte diretor foi um dos responsáveis pelas medidas que separaram as famílias de migrantes com o intuito de convencê-los a mudar de teoria. Durante sua gestão, quase 4.000 crianças foram enviadas para centros de detenção e separadas de seus parentes.

Stephen Miller | vice-chefe de gabinete

Miller é um dos principais assessores de Trump e, a partir do próximo ano, deve ser vice-chefe de gabinete da política na Vivenda Branca. O escolhido é um dos nomes por trás da ideia de deportação em massa —tema dispendioso à campanha republicana— e das políticas restritivas de imigração no país.

Economia

Trump quer reduzir impostos para os americanos e pretende ampliar a taxação sobre produtos importados, sobretudo da China. Veja quem vai cuidar da extensão:

Scott Bessent | Departamento do Tesouro

Scott Bessent, investidor bilionário e um dos principais conselheiros econômicos de Donald Trump, foi indicado para liderar o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos. Apoiador das tarifas comerciais e dos cortes de impostos propostos pelo presidente eleito, Bessent terá a missão de comandar a pasta responsável pela arrecadação tributária, regulação financeira e gestão da dívida pública, atualmente avaliada em US$ 28,6 trilhões.

Howard Lutnick | secretário do Transacção

O bilionário Howard Lutnick foi escolhido para o cargo de secretário do Comércio no governo Trump. Ele é um dos coordenadores da equipe de transição do republicano. Presidente da corretora e banco de investimentos Cantor Fitzgerald, o empresário era cotado para ser o secretário do Tesouro.

O escolhido por Trump compartilha com o republicano o excitação por criptomoedas. Lutnick é camarada velho do republicano e já apareceu no reality show O Novel, além de ter sido um dos principais doadores da campanha do presidente eleito.

Em entrevistas, o bilionário indicou ser em prol da imposição de altas tarifas para produtos importados. À CNBC em setembro, ele disse ser importante “proteger o trabalhador americano”.

Relações Exteriores

O presidente eleito indica querer adotar uma política protecionista e fechar a guerra entre Ucrânia e Rússia.

Marco Rubio | secretário de Estado

Marco Rubio tem prosápia cubana, é senador pelo estado da Flórida e, durante as primárias republicanas, tinha sido cotado para concorrer uma vez que vice-presidente de Trump —à idade, perdeu a disputa para o vice eleito, J. D. Vance.

Rubio será secretário de Estado no segundo procuração do republicano, o que é equivalente ao ministro das Relações Exteriores no Brasil. A diplomacia internacional americana será comandada pelo senador enquanto o país se envolve nas guerras do Oriente Médio —com espeque a Israel— e na Ucrânia —com espeque a Kiev. O próximo secretário também já expressou fortes críticas contra Irã e China, além de se posicionar contra os regimes de Cuba e da Venezuela.

Saúde

Trump já colocou em incerteza a eficiência de vacinas e escolheu um coligado ainda mais intrigado da imunizaçã o para a extensão. Veja:

Robert F. Kennedy Jr. | secretário de Saúde

O bilionário Howard Lutnick foi escolhido para o cargo de secretário do Comércio no governo Trump. Ele é um dos coordenadores da equipe de transição do republicano. Presidente da corretora e banco de investimentos Cantor Fitzgerald, o empresário era cotado para ser o secretário do Tesouro.

O escolhido por Trump compartilha com o republicano o excitação por criptomoedas. Lutnick é camarada velho do republicano e já apareceu no reality show O Novel, além de ter sido um dos principais doadores da campanha do presidente eleito.

Em entrevistas, o bilionário indicou ser em prol da imposição de altas tarifas para produtos importados. À CNBC em setembro, ele disse ser importante “proteger o trabalhador americano”.

Ensino

Trump já ameaçou trinchar financiamentos a universidades que mantenham departamentos de “volubilidade” e gerar temor sobre interferência nos currículos. Veja a responsável pelo setor:

Linda McMahon | secretária da Ensino

Trump anunciou a escolha da ex-CEO da empresa de luta livre WWE Linda McMahon para o função de secretária da Educação. Aliada de longa data do presidente eleito, ela chefiou a escritório do governo americano que apoia pequenas empresas durante o primeiro procuração do republicano.

Linda foi uma das principais doadoras da campanha presidencial de Trump e é presidente do instituto America First.

Nos últimos dias, seu nome sofreu um desgaste em seguida vir à toa um processo judicial no qual é acusada de negligência por supostamente não ter agido para punir um funcionário réu de injúria sexual infantil na dezena de 1980. Ela nega a denunciação.

Redução do Estado

Trump criou um órgão que atuará uma vez que consultivo para reduzir a burocracia do governo e trinchar despesas. Para isso, fez escolhas recheadas de conflito de interesse. Veja:

Elon Musk | patrão do Departamento de Eficiência Governamental

Elon Musk, possessor do X, Tesla e SpaceX, ocupará o função de patrão do novo Departamento de Eficiência Governamental, junto com Vivek Ramaswamy, ex-adversário de Trump nas primárias do Partido Republicano.

O órgão será criado por Trump e terá a {sigla} DOGE —provável referência à criptomoeda Dogecoin, apoiada por Musk em diversas ocasiões. Segundo Trump, o objetivo do órgão será realizar reformas estruturais de grande porte e produzir uma “visão empresarial para o governo nunca antes vista”.

Vivek Ramaswamy | patrão do Departamento de Eficiência Governamental

Junto com Musk, Vivek Ramaswamy deve chefiar o novo Departamento de Eficiência Governamental. Ramaswamy é bilionário, rebento de indianos, e concorreu com Trump para ser o candidato republicano no pleito vernáculo. Após perder, declarou apoio a Trump, que já chamou de “o melhor presidente americano do século 21”.

Ramaswamy começou a lucrar projeção nos últimos dois anos criticando a adesão de empresas a causas sociais e políticas. Durante as primárias do Partido Republicano, se destacou ao “encarnar Trump”, segundo analistas. Negar o aquecimento global, proteger que existem unicamente dois gêneros e proferir que existe uma crise de famílias sem pais porque o governo paga benefícios a mães solteiras foram alguns dos seus pontos altos.

Justiça

Trump prometeu durante a campanha investigar advogados e procuradores que o processaram por uma série de crimes. Veja quem pode levar a promessa adiante:

Pam Bondi | secretária de Justiça

A ex-procuradora universal da Flórida Pam Bondi foi indicada para o função de secretária de Justiça dos EUA. Bondi preenche a vazio deixada pelo deputado republicano Matt Gaetz, que foi indicado ao função por Trump mas retirou seu nome poucos dias depois. O nome de Gaetz foi criticado por lideranças republicanas, e enfrentava o risco de ter a nomeação negada pelo Senado em meio a acusações de má conduta sexual.

Aliada de Donald Trump, Pam Bondi desempenhou um papel significativo em sua resguardo durante o processo de impeachment em 2019, ocorrido durante seu primeiro procuração presidencial. Bondi liderou a fileira jurídica do think tank America First Policy Institute, onde auxiliou na elaboração de estratégias e processos para impugnar os resultados das eleições em estados decisivos, caso Trump fosse derrotado.

O departamento de Justiça é o equivalente ao Ministério Público brasiliano; sob o comando da pasta, estão diversas agências importantes, uma vez que o FBI, a polícia federalista americana, e o DEA, antidrogas.

A atuação de Bondi será fundamental para prometer que Trump cumpra seus principais objetivos políticos, uma vez que a deportação em tamanho de imigrantes ilegais e o perdão aos manifestantes do ataque ao Capitólio em 6 de janeiro. A presença de Bondi no função também deve tranquilizar Trump, que diz ser perseguido pela atual gestão do órgão, comandado por Merrick Garland.

Política

Trump escolheu uma senhora de ferro para gerir seu gabinete, com o poder de interferir em estratégias ligadas a uma série de áreas no governo. Veja:

Susie Wiles | patrão de gabinete

Wiles foi a primeira escolha anunciada por Trump em seguida reeleito e será a primeira mulher a ocupar o função de patrão de gabinete da Presidência dos EUA. Ela foi codiretora da campanha vitoriosa republicana e representa uma força mais organizada e disciplinada para o próximo procuração do empresário.

A “senhora de gelo”, nas palavras de Trump, é uma velha operadora política da Flórida. Quando a curso política de Trump parecia acabada, em seguida a invasão do Capitólio em 2021, Wiles aceitou o invitação de Trump para ser seu braço recta. Ela é creditada uma vez que a pessoa responsável por manter –o tanto quanto provável– o empresário focado na estratégia e contornar seus arroubos mais danosos.



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