A Justiça Federalista dos Estados Unidos adiou a sentença do ex-congressista George Santos, culpado por fraude eletrônica e roubo de identidade –crimes já confessados em acordo com o Judiciário.
Santos, 36, fruto de brasileiros, tornou-se o sexto deputado a ser expulso do na história do Congresso americano, em seguida um procuração conturbado envolvido por polêmicas e mentiras.
O jovem político acumula 23 acusações que incluem fraude eletrônica, lavagem de quantia e roubo de quantia público. Há também uma suspeita de que tenha usado quantia de campanha eleitoral para comprar artigos de luxo e com osite de conteúdo adulto Onlyfans.
Para protelar a sentença, a Justiça considerou um pedido de Santos para continuar seu podcast, “Pants on Fire” (calças em labareda, na tradução livre) e, assim, ajudar a ter recursos para remunerar mais de meio milhão de dólares que deve.
A juíza distrital de Islip, Novidade York, mudou a data da sentença, prevista para 7 de fevereiro, para 25 de abril, classificando a decisão porquê “uma cortesia única para servir aos propósitos da Justiça”.
Os advogados de Santos pediram um prorrogação de seis meses, justificando que tal pedido é rotineiro. Argumentaram, ainda, que o tempo serviria para que o ex-deputado pudesse se preparar melhor para a sentença e ressarcimento das vítimas.
Os promotores ridicularizaram o pedido, dizendo que Santos queria mais tempo para se promover e monetizar sua infâmia. “Tal pedido é enviar uma mensagem ao público de que o violação compensa”, disse a promotoria.
Nem os advogados de Santos nem o gabinete do procurador Breon Peace (responsável pelo caso), no Brooklyn, responderam à reportagem da Reuters.
O ex-deputado pode pegar até 22 anos de prisão e concordou em não recorrer em nenhuma sentença de murado de oito anos ou menos.
Seu pacto de confissão também pede o pagamento de US$ 578.753 em restituição e confisco, que seus advogados disseram que o podcast ajudaria a financiar. A denúncia por roubo de identidade acarreta uma pena de prisão obrigatória de dois anos.
Um ano em seguida sua expulsão do parlamento, o ex-republicano se tornou uma espécie de subcelebridade.
Eleito em 2022 para servir partes de Long Island e o bairro de Queens, em Novidade York, Santos viu sua curso política implodir rapidamente em meio a perguntas sobre sua arrecadação de fundos e relatos de que ele havia inventado partes de sua biografia.
O republicano foi culpado em maio de 2023 de fabricar números de arrecadação de fundos e expulso do Congresso sete meses depois.