Advogada de ação contra israelense defende causa palestina – 05/01/2025 – Mundo

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A advogada Maira Pinho, que pediu a fenda de um sindicância da Polícia Federal contra um soldado israelense que esteve na Bahia por supostos crimes de guerra em Gaza, é ativista pró-Palestina e disse que passou a ser ameaçada posteriormente a Justiça estabelecer a apuração.

Ela declarou que vem sofrendo ameaças à sua vida, ataques machistas e também intimidações contra a sua filha nas redes sociais.

“Começou logo cedo, com umas mensagens muito assustadoras, em fotos de minha filha, com ameaças de violência, de estupro, de morte, [como] ‘vamos entregar você para o Mossad'”, afirmou Maira à Folha. “Mas eu acredito nas instituições brasileiras.”

Ao rebater as ameaças em publicações nas redes sociais, ela usou o termo “siolixos”, em uma referência a sionistas, e disse que eles têm “preocupação em ocasionar mal às crianças” e uma “natureza misógina e essencialmente violenta”. Disse ainda que vai “caçar um por um esses criminosos de guerra”. “Saibam que sua tranquilidade acabou”, escreveu a advogada.

Questionada, Maira declarou ter tranquilidade de que não incorreu em oração de ódio. “Fiz um critica ao Estado, ao regime, e não a um povo”, afirmou.

Ela disse que suas publicações sobre a Palestina “têm embasamento tanto na nossa ordem constitucional porquê em resoluções das Nações Unidas que reconhecem o recta de autodeterminação [direito dos povos de decidir sobre sua forma e sistema de governo e desenvolvimento]”.

“Eu sabia que essas questões poderiam ser exploradas quando fiz esses questionamentos públicos, mas não vou me verberar, porque tem gente dizendo que quer me estuprar”, afirmou. “O que eu digo na minha rede social não tem a ver com o trabalho técnico que desempenhei.”

Nas publicações, a advogada exibiu mensagens de pessoas que afirmaram que ela vai “receber o que merece” e que “haverá horríveis notícias envolvendo o seu nome” por ter feito o pedido de investigação.

Maira apresentou na noite deste domingo (5) ocorrência na Polícia Federalista e notícia de vestuário no Ministério Público Federalista por suposto delito de filtração no curso do processo

Foi o pedido dela e do jurista Caio Patricio de Almeida que provocou a fenda, por norma da Justiça Federalista em Brasília, de um sindicância para investigar o soldado Yuval Vagdani, que esteve no término de ano na praia de Morro de São Paulo, no município baiano de Cairu.

A decisão é de 30 de dezembro, e os advogados brasileiros foram contatados pela Instauração Hind Rajab, que diz monitorar possíveis autores de crimes contra a humanidade na Faixa de Gaza. O nome da entidade é uma homenagem a uma rapariga palestina de 6 anos encontrada morta em fevereiro do ano pretérito posteriormente uma ação atribuída a Israel.

Simpática à desculpa palestina, Maira afirmou que tinha se disposto à disposição da instauração e foi contratada quando houve a premência de atuação no Brasil.

A advogada disse que, para apresentar o pedido, foi feito um trabalho rigoroso de pesquisa e lucidez por meio de fontes abertas. Para a Embaixada de Israel em Brasília, “o peticionário representa uma organização estrangeira e está explorando de forma cínica os sistemas legais para fomentar uma narrativa anti-Israel tanto globalmente quanto no Brasil”.



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