A reeleição de Donald Trump gerou preocupação no movimento feminista, com temores de retrocessos nos direitos das mulheres. Durante seu primeiro procuração (2017-2021), Trump reativou a Global Gag Rule, restringindo o aproximação a serviços de saúde reprodutiva nos países em desenvolvimento. Nomeou juízes conservadores, porquê Brett Kavanaugh e Amy Coney Barrett, pavimentando o caminho para a derrubada do caso Roe v. Wade.
Houve cortes em programas de proteção a vítimas de violência de gênero e mudanças que dificultaram o combate à desigualdade salarial. Trump também eliminou normas contra assédio sexual e discriminação em empresas federais, além de não promover licença parental remunerada. Suas políticas de imigração separaram famílias migrantes, afetando principalmente mulheres e crianças.
Comentários misóginos e cortes no Medicaid e no Planned Parenthood agravaram o aproximação de mulheres de baixa renda à saúde básica. Sua retórica divisiva intensificou tensões sociais, enquanto sua reeleição, mesmo depois condenações por abuso sexual, foi endossada por setores conservadores que rejeitam os avanços feministas e sociais.
Movimentos de direita como a “manosfera” aumentaram ataques misóginos na internet, com slogans porquê “Voltem para a cozinha” e “Revoguem a 19ª” (referindo-se ao recta de voto feminino). Sua vitória fortaleceu líderes conservadores na América Latina, porquê Milei na Argentina e Nayib Bukele em El Salvador, incentivando posturas contra direitos das mulheres e ativistas feministas.
Trump se aliou a movimentos religiosos conservadores e conferências porquê a Cúpula Conservadora das Américas, promovendo agendas anti-aborto e anti-LGBT. Esse contexto reflete a luta entre avanços progressistas e a resguardo de valores tradicionais.
Diante disso, o feminismo global precisa ser mais articulado e resiliente, respondendo a retrocessos com estratégias eficazes e solidariedade internacional. Feministas estadunidenses têm se mobilizado por meio de protestos e campanhas, promovendo, sem sucesso, a Emenda dos Direitos Iguais para combater a discriminação de gênero.
Na América Latina, feministas enfrentam cenários mais adversos, mas contam com uma tradição de resistência e alianças estratégicas. É precípuo pressionar por legislação, educar o público e combater discursos regressivos.
O retorno de Trump alerta para a fragilidade dos direitos conquistados e a urgência de vigilância manente. Esse duelo é uma oportunidade de fortalecer alianças e estratégias políticas, resistindo aos retrocessos regionais e globais.
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